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dezembro 25, 2020

BOMBONS RECHEADOS DE MORANGO, COCO E LIMA

Feliz Natal!!!!
A todos os povos, Feliz Natal!
Um Feliz Natal com menos julgamentos, mais alegria
e mais aceitação do que nos diferencia e, sobretudo, mais centrado no essencial, que é o Amor! 
 
Só o Amor nos faz sair de nós próprios e abrir ao outro, só o Amor perdoa,
só o Amor nos aproxima!



Bombons recheados de Morango, Coco e Lima

Assisti ao programa da Filipa Gomes no 24 Kitchen no qual apresentava estes bombons que me lembraram os Bounty que eu gosto muito. Decidi fazer para o Natal e resultaram muito bem. Fiz por partes e preparei o recheio com uns dias de antecedência. Tinha morangos desidratados que faço todos os anos com o desidratador, na altura em que aparecem, mais ou menos em Março. Quantidades adaptadas.

Recheio

  • 60 gr morangos desidratados secos
  • 100 gr côco ralado seco
  • 50 gr côco ralado fresco (comprei um pacote de coco fresco em cubos que ralei no processador)
  • 60 ml leite de côco
  • Raspa de 1 lima
  • Sumo de 1/2  lima
  • 8 c sopa geleia de agave (a receita dizia xarope mas, só encontrei geleia que funcionou muito bem)

Cobertura

  • 125 g manteiga de cacau
  • 7 c sopa geleia de agave (a receita original diz xarope de agave)
  • 7 c sopa bom cacau em pó

Comecei por forrar uma forma de bolo inglês com película aderente.

No processador triturei os morangos desidratados, deixando em granulado grosso. Juntei os restantes ingredientes e deitei esta mistura na forma, calcando bem. Cobri com a película aderente e coloquei no congelador de um dia para o outro. Pode ficar no mínimo 1/2 hora.

No dia de Natal, em banho-maria e lume baixinho derreti a manteiga de cacao. Este processo é muito rápido. Adicionei em seguida a geleia de agave e o cacau, misturando bem. Retirei do banho-maria e deixei arrefecer, tendo o cuidado de ir verificando a consistência, para o líquido não se transformar num creme grosso e de cor opaca.

quando a cobertura estava no ponto, retirei o recheio do congelador, retirei a película aderente e cortei, sobre uma tábua, rectângulos mais ou menos com 3 cm * 1,5 cm.

Fui mergulhando os bombons, um a um, no chocolate, com a ajuda de um garfo, que fui deixando a solidificar sobre papel vegetal próprio para bolos (vende-se em qq supermerdo, em rolo, ao pé da pelicula aderente).

Fui repetindo a operação e, desta segunda vez, salpicando o chocolate com os morangos desidratados, enquanto ainda não estavam secos, para que pudessem aderir bem à cobertura.

Guardei no frigorífico e formos tirando um a um, dois a dois...estes bombons são viciantes e não levam açúcar!!!!!!!

Enfim, é Natal, why not?

Ana

TRONCO DE NATAL SALGADO COM MOLHO DE TOMATE

Tronco de Natal salgado com molho de tomate

O que fazer para o jantar da consoada? 

A M. pediu para não fazer o perú e pareceu-me que também não lhe me apetecia o tradicional bacalhau cozido com couves. 

Quando voltei a conversar sobre o tema, estava tão stressada com os trabalhos da faculdade, que disse para eu fazer o que achasse melhor! Assim, decidi-me por esta torta da Cátia Guarmon que vi no 24Kitchen. 

Tem a forma do tradicional tronco de Natal que, nesta versão, não é doce e serve de prato principal.

Fiz o recheio com antecedência, para não sobrecarregar o dia de Natal, e congelei.

Quanto à cobertura, coloquei por cima uma tomatada grossa! No meu caso, foi só abrir um frasco da passata que tinha guardado, deixar evaporar um pouco, porque estava muito líquida, e that's it!

A cobertura original é com grão, ficando com as cores acastanhadas de um tronco, mas optei por esta versão menos pesada, embora o tronco fique mais encarnado :) As cores são de Natal, anyway!

Ingredientes

Para a torta

  • 6 gemas
  • 6 claras
  • 80 gr farinha peneirada
  • 1 c chá de fermento em pó
  • 1 c café de flor de sal

Para o recheio

  • 6 c sopa azeite
  • 1 cebola grande picada
  • 4 dentes alho picados
  • 300 g bacalhau cozinhado e desfiado
  • 3 c sopa coentros picada
  • 2 c sopa farinha sem fermento
  • 200 ml leite meio gordo
  • sal, pimenta e noz moscada q.b.

 Para a cobertura de tomate (como alternativa)

  • 400 gr tomate de lata
  • 4 tomates chucha maduros
  • 1 dentes de alho
  • 1 cebola grande
  • 50 ml azeite
  • 5 fls manjericão fresco
  • sal e pimenta q.b.

Para a cobertura de grão (receita original)

  • 300 gr grão cozido (escorrido)
  • 150g queijo fresco creme
  • 2 dentes de alho
  • 1 c sobremesa de paprica fumada
  • 1 c chá curcuma
  • 50 ml azeite
  • sal e pimenta q.b.
  • sumo de ½ limão

Para a torta

1. Pré-aqueça o forno a 180°C.
2. Unte um tabuleiro de tortas forrado com papel vegetal com spray de óleo. Tenho um de 22 cm*34 cm medido por dentro que deu perfeitamente.
3. Misture a farinha com 1 colher de chá de fermento.
4. Numa taça, desfaça as 6 gemas.
5. Bata as 6 claras em castelo com uma pitada de sal.
6. Junte as claras às gemas alternadamente com a farinha, envolvendo suavemente com uma vara de arames.
7. Coza durante 10 a 15 minutos.
8. Retire do forno e desenforme sobre um pano, retire o papel vegetal e enrole com a ajuda do pano, mantendo tapado até arrefecer.

Para o recheio

1. Num tacho aqueça 6 colheres de sopa de azeite e refogue 1 cebola grande picada e 4 dentes de alho picados e deixe cozinhar até alourar. Junte 300g de bacalhau cozinhado e desfiado, 3 colheres de sopa de coentros picados e envolva tudo em lume brando durante 5 minutos.
2. Adicione, aos poucos, 2 colheres de farinha intercalado com 200ml de leite. Cozinhe tudo em lume brando até obter um preparado homogéneo e espesso.
3. Junte noz moscada, sal e pimenta a gosto. Reserve.

Para a cobertura de tomate

Faça um refogado com o azeite quente onde deita a cebola e o alho picados. depois junte os tomates, o sal e a pimenta e as folhas de manjericão. Deixe fervilhar em lume baixinho durante 20 min. no final, passei a tomatada no processador para ficar em creme. como estava um pouco líquida, deixei a fervilhar o creme mis uns 10 min, vigiando para não pegar ao fundo do tacho. Não convém que fique muito líquido para não escorrer do tronco.

Para a cobertura de grão

1. Num liquidificador adicione 300 gr de grão cozido, 150 gr de queijo fresco creme, 2 dentes de alho, 1 colher de sobremesa de paprika fumada, 1 colher de chá de curcuma, 50 ml de azeite, sumo de ½ limão, coentros (raminho), 12 tomates cereja, sal e pimenta a gosto.
2. Triture tudo até obter um preparado homogéneo e reserve.

Montagem do tronco

1. Desenrole a massa, com cuidado, recheie com o preparado de bacalhau e volte a enrolar.

2. Corte um canto do rolo, na diagonal, posicione em ao lado da torta.

3. Coloque num tabuleiro forrado com papel vegetal, sobre o tabuleiro do forno.

4. Cubra com o creme de grão ou a tomatada e faça riscos com um garfo para lhe dar um ar mais realista. Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC, durante 10 minutos.Há que ter cuidado porque queima facilmente por baixo. aconselho um forno com ventilação.

5. Enfeite com coentros e tomate cereja no caso da cobertura de grão ou com folhas de manjericão e tomates cereja de várias cores para a tomatada.

6. Salpicar na hora de servir com parmesão ralado! Parece neve!

Coloquei o resto da tomatada numa molheira para se poder adicionar a gosto, servi com uma couve portuguesa cozida e passada por azeite aromatizado com um dente de alho. Também pode acompanhar com uma salada verde.

Um bom vinho tinto é essencial!

Para a sobremesa, não resisti às rabanadas da Maria de Lurdes Modesto. 

Queria ter feito os sonhos de requeijão do João Pedro Diniz, mas não encontrei a receita :(

Para a minha filha M. que não gosta muito dos doces de Natal (que eu adoro!!!!!), o bolo de chocolate de sempre acompanhado de framboesas frescas e chantilly.  Engraçado foi que este ano já gostou muito das rabanadas!

Este ano, somos só duas, porque o tempo não está para brincadeiras, não vá o bicho tocar à porta! 

Saudades inacreditáveis da minha filha F.

Ana

 

dezembro 30, 2013

ARROZ DOCE ESPECIAL DE NATAL




Arroz Doce

Passei o Natal em Milão com as minhas filhas. Tendo que levar uma sobremesa para o jantar, a F. pediu-me para fazer arroz doce. Nunca tinha feito antes, por absurdo que pareça!
Tendo experimentado, com grande sucesso, a fazer arroz de tomate com arroz próprio para risotto, na altura usei Arborio, repeti a façanha desta vez com Vialone Nano.

Segui esta receita como base, reduzindo um pouco o açúcar e utilizando manteiga sem sal e leite gordo fresco, e só digo que ficou muito bom. E ainda dá para aproveitar as claras para se fazer uns suspiros ou um bolo de Prata.

Ingredientes

  • 250 gr de arroz Vialone Nano
  • 450 gr de açúcar (pode levar só 400 grs)
  • 6 gemas de ovo
  • 3 cascas de limão sem a parte branca
  • 2 paus de canela
  • 50 gr de manteiga sem sal
  • 0,5 l de água
  • 1 chávena de chá de leite gordo
  • 1500 ml de leite gordo
  • Sal q.b.
  • Canela em pó q.b.

Numa panela alta levei a água ao lume a ferver. Quando começou a levantar fervura deitei o arroz. 
Temperei com sal e deixei cozer até a água evaporar.

De seguida, juntei a manteiga, as cascas de limão, os paus de canela e o leite. 
Dei uma volta com a colher de pau e deixei cozer durante 30 minutos em lume brando sem tampa. Fui mexendo de vez em quando para não pegar no fundo.
Passado os 30 minutos acrescentei o açúcar. 
Deixei ferver mais um pouco até atingir uma consistência cremosa - para aferir melhor, tirei um pouco e deitei num pratinho frio.

Dissolvi então as gemas com a chávena de leite. Fui acrescentando colherinhas do líquido quente às gemas e mexendo rápido e, só depois, juntei as gemas ao arroz, voltando a mexer rápido para não talhar as gemas. Logo que iniciou fervura, apaguei o lume. Retirei o pau de canela e coloquei de imediato no recipiente que foi à mesa. Nós pusemos em duas taças, dado que ia ser servido numa mesa para oito pessoas. Só depois de frio, polvilhei com canela. 
Fiz uns desenhos típicos do Minho, para juntar um pouco de História de Portugal, dado que estávamos a servir um doce a uma família italiana. A F. encarregou-se das explicações dado que eu não falo nada de italiano (mas percebo quase tudo, já não é mau).

O dono da casa não gostava de canela, pelo que uma das taças foi servida sem a dita por cima.
Gostou, repetiu e disse que sabia a castanhas……….
Pensei para comigo mas não disse (deve ter sido dos paus de canela que levou na confecção!)

A repetir amanhã para a Passagem do Ano!

Um bom Ano 2014 para todos, principalmente para nós portugueses, que bem precisamos!
Auguri!

Ana

dezembro 25, 2013

NATAL EM TONS DE OUTONO


Bolo de chocolate 
O Bolo de chocolate da Ana ( ver receita em...), pode ser vestido de muitas maneiras, este Natal vestiu-o de tons de Outono com uma baga de Ferrero Rocher.

Lou

dezembro 29, 2012

CHRISTMAS TRUFFLES

Trufas de Chocolate

A Filipa veio a Lisboa no Natal e fez a receita do Nigel Slater de trufas clássicas de chocolate.
São muito simples de fazer e ficaram muito boas.
O truque está no uso de ingredientes de primeira qualidade.
  • 225gr de chocolate preto
  • 135ml de natas gordas
  • Cacau

Colocar numa taça de vidro 225 gr de chocolate preto de boa qualidade  (70% cacau) cortado em pedacinhos muito pequenos, de modo a derreter quando adicionado às natas.
Aquecer devagar 135 ml de natas gordas (double cream). A Filipa fez com crème fraiche, resultando muito bem.
Quase antes de começar a ferver, retirar do lume e juntar o chocolate, mexendo continuadamente até derreter.
Colocar a mistura no frigorífico durante 1 hora para solidificar um pouco. Não deixar mais do que uma hora, para a mistura não ficar demasiado dura impedindo a moldagem das bolinhas.
Retirar pedaços da massa com uma colher pequena, moldar com as mãos frias e cobrir com um bom cacau em pó. Também se podem cobrir com chocolate derretido. Neste caso, devem arrefecer numa rede ou numa base fria sobre papel anti-aderente até formar uma cobertura sólida.
Conseguem-se aproximadamente 20 trufas.
Ficam mais engraçadas se ficarem informes como as da Filipa.
O Nigel Slater propõe juntar rum ou brandy ou mesmo especiarias como cardamomo em pó, paus de canela ou vagens de baunilha, às natas.
Deve então deixar levantar fervura, retirar do lume, tapar e deixar arrefecer por uma hora. Filtrar as natas por um passador de rede para remover as especiarias, reaquecer e voltar à fase de adicionar o chocolate.
Para o ano vou experimentar fazer com vários sabores! E também cobrir com coco ralado.
Óptimo presente de Natal! 
Ana

dezembro 24, 2012

UM VISITANTE INESPERADO

Perú de Natal recheado
 Não era costume sentar-se no Natal à nossa mesa, mas um ano um amigo ofereceu-nos um, e a partir daí todos os anos é visita assídua do Natal.

Nunca tinha preparado perú, até por que era um tipo de ave, que não era hábito comer, só em bifinhos ou perna no forno.

Por isso tinha que partir de uma receita credível, para este visitante.Lembrei-me de um livro de cozinha tradicional de que tanto gosto:  4 Estações na Casa da Comida do Jorge Vale.


Li a receita, interiorizei a base, e depois como em todas as receitas, faço à minha maneira…

Substituo ingredientes, por outros que tenho á mão, ou que mais gosto.

Por isso esta receita que partiu do livro, não tem nada a ver com ele, mas apenas

ingredientes de que gosto e que pensei que talvez se conjugassem harmonio

samente.

Cada ano mudo os ingredientes, no ano passado usei castanhas e cogumelos.

  • 1 Perú de cerca de 7 Kg
  • 1 cabeça de alhos
  • 200 gr manteiga
  • Mostarda qb
  • Sal qb
  • Azeite
  • 1 Alho francês
  • ½ molho de salsa


Lava-se bem o perú e coloca-se dentro de um recipiente no frigorifico com água e rodelas de laranja de véspera.

No dia, prepara-se uma pasta com a manteiga, a salsa, o sal, a mostarda .

Solta-se a pele do perú da carne e barra-se entre as 2 partes e por fora também.

Reserva-se e aguarda o recheio.




 Recheio
  • ½ Broa de milho
  • 1 alheira
  • 6 salsichas do talho
  • 200 gr de azeitonas sem caroço
  • Sal qb
  • Pimenta
  • Noz moscada
  • Azeite
Tritura-se o miolo da Broa.
Abrem-se as salsichas e a alheira, retira-se a pele e coloca-se tudo dentro de uma taça, à qual se acrescenta a broa e as azeitonas também trituradas.
Tempera-se com sal, pimenta e noz moscada ralada na altura e envolve-se melhor com um pouco de azeite.


Recheia-se o perú.

Numa travessa coloca-se um pouco de azeite e cobre-se com rodelas de alho francês.

Coloca-se por cima o perú recheado e cobre-se com folha de alumínio.

Vai a forno aquecido a 150º a cozer lentamente durante 2h, durante as quais se vai cobrindo com um pouco de água fria, para tornar a pele mais crocante.

Durante a última hora, destapa-se para tostar melhor.



Come-se acompanhado com família e amigos, numa noite especial.


No dia seguinte fatia-se o que sobrou, aquece-se o molho, que entretanto se triturou com a varinha mágica, e acompanha com arroz branco.

Lou


dezembro 16, 2012

BOLOS - REI



Bolo-Rei
A primeira vez que experimentei a receita de bolo-rei tinha uns 28 anos.  Numa tarde inteira de fim de semana, o meu amigo Diogo teve a paciência de andarmos às voltinhas entre a casa e o café durante horas ou seja, entre o fazer do bolo e a espera inevitável da massa a crescer.  Na altura, por inexperiência, a quantidade de massa deu para uns 5 grandes bolos-rei! 

No entanto, dado que a sua execução implica umas boas horas dedicadas e sem sair de casa, aconselho a fazer esta quantidade que dá para 2 bolos grandes ou 4 médios, que foi o que fiz.  Num dia de frio e chuva, em que não apetece sair, é uma experiência relaxante. 

Ingredientes

  • 50g de fermento de padeiro
  • 110ml de leite
  • 250 gr. farinha  tipo55
  • 75 gr. de pinhões ou avelãs
  • 100g de passas sultanas
  • 75g de miolo de noz picado
  • 200g frutas cristalizadas picadas
  • 100ml de Vinho do Porto
  • 750 gr. farinha tipo55
  • 250 gr açúcar
  • raspa e sumo de uma laranja
  • raspa de um limão
  • uma pitada de sal
  • 150 ml cerveja preta
  • 4 ovos
  • 100 gr manteiga sem sal derretida 

Decoração 

  • 1 ovo batido para pincelar o bolo
  • frutas cristalizadas
  • açúcar em pó
  • geleia para pincelar as frutas 

Numa tijelinha desfiz o fermento no leite morno. Coloquei as 250 gr de farinha num alguidar abri um buraco no meio, coloquei a papa de fermento e leite, amassei à mão, formei uma bola e deixei levedar durante 1 hora em local quente, coberto com uma toalha e um cobertor. 

Numa tijela macerei os frutos secos e as frutas cristalizadas no vinho do Porto e reservei (eu tinha um Porto Fereira Tawny que usei). 

Juntei à bola de massa a restante farinha, o açúcar, as raspas dos citrinos, o sal, a cerveja e amassei com a ajuda da máquina, juntando os ovos 1 a um. No fim juntei a manteiga derretida e depois os frutos macerados no Porto. 

Amassei novamente, formei uma bola, polvilhei com farinha e deixei levedar no mesmo sítio quentinho durante mais 1,5 hora.

Dividi a massa em 4, moldei os bolos, cloqei uma fava seca e um presentinho embrulhado em papel não-aderente e deixei-os sobre tabuleiros untados e enfarinhados, a levedar mais 1/2 hora na cozinha. Nesta altura, aqueci o forno a 175º. 

Passado o tempo de levedura e com o forno já quentinho, pincelei  o bolo com ovo batido, decorei com as frutas em cubos pequenos que sobraram do bolo e os frutos secos a gosto, coloquei montinhos de açúcar em pó nos intervalos e foi todo engalanado a cozer durante 20 min. Faltaram, propositadamente,  as grandes frutas cristalizadas para enfeitar, porque não gostamos de as comer ! 

Retirei do forno e pincelei as frutas, ainda quentes, com uma geleia de alperce que tinha feito no verão.  Deixei arrefecer numa rede enquanto fazia um chá para acompanhar, porque entretanto já eram 4h30. 

Ana