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maio 20, 2014

VOILÁ LE CRÊPE

Foto via Crêperie da Ribeira
Massa para crepes
As modas de comida vêm e vão…e os crepes nos anos 80 foram uma grande moda, associada à cozinha francesa.
Foi ao relembrar-me de uma Creperia que existia na Duque D'Ávila onde almoçávamos a conversar sobre a manhã conturbada (às vezes) no TT, e onde comíamos crepes salgados e doces, dos quais o de recheio de cogumelos era o meu preferido, que me apeteceu um CREPE!
O crepe, do francês crêpe e do latim crispus, que significa crespo, é um tipo de panqueca fina, composta por ovos, farinha, manteiga e leite, cozinhada numa frigideira anti-aderente ( de preferência) só com um pouco de gordura.
Simples ou com recheio, doce ou salgado, a imaginação e o paladar de cada um ditará a escolha.
Quando não apetece cozinhar, talvez ir ao QUIOSQUE HOLY CREPE ou à LA CRÊPERIE DA RIBEIRA.

5 Ingredientes
  • 3 ovos biológicos
  • 7 CSopa de farinha maizena
  • 1 CSopa de manteiga
  • 15 CSopa leite
  • 1 pitada de sal
Preparação

Colocam-se todos os ingredientes numa misturadora.
Bate-se bem.
Aquece-se uma frigideira anti-aderente  ( diâmetro aprox. de 20 cm) com um pouco de margarina vegetal.
Deitam-se pequenas conchas da massa para ficar fina.
Depois de prontos, recheiam-se a gosto.

Lou

fevereiro 21, 2013

WARM AND COZY



Espargos no Forno envoltos em crepes de avelã

Ingredientes
  • 16 espargos verdes frescos
  • parmesão ralado (ralar na hora) q.b.
  • ½ pacote gruyère em tirinhas
Crepes
  • 100 gr farinha sem fermento
  • 25 gr farinha de avelã ou avelãs bem trituradas
  • 1 ovo
  • 300 ml leite
  • sal
Molho branco
  • 1 cebola pequena picada
  • 50 gr. de manteiga
  • 1/2 litro de leite
  • 2 c sopa cheia de farinha sem fermento ou maizena

Encontrei uns espargos verdes com muito bom aspecto no super e comprei.
Alguma coisa havia de fazer com eles.
Havia ainda molho branco que tinha feito para uma lasagna, um pedaço grande de parmesão e um triste gruyère em tirinhas… decidi então fazer uns crepes para vestir os espargos antes de os deitar bem tapadinhos.

Os espargos já vinham atados com dois elásticos grossos que me deram  muto jeito para a cozedura.
Com um descascador de cenouras pelei as folhinhas e a pele dos espargos até quase à cabeeça, lavei, voltei a pôr os elásticos e cozi-os durante 3 min., de pé, em água fervente com sal, deixando 1/3 de fora só para as pontas apanharem o vapor - é o suficiente. Passado este tempo, escorri a água, passei-os por água fria, enchuguei-os num papel absorvente e deixei-os a descansar deitadinhos à espera do cobertor.

Para a massa dos crepes, deitei numa tijela a farinha de trigo e a farinha de avelã com uma pitada de sal, abri um buraco no meio onde deitei um ovo e o leite, aos poucos, e fui envolvendo lentamente os líquidos na farinha, até formar um polme, que deixei a descansar uns 20 min. 
Depois foi só deitar uma concha de cada vez numa frigideira anti-aderente, aquecida e pincelada com óleo, espalhar pelo fundo e passado uns minutos virar para cozer do outro lado. É essencial que os crepes fiquem bem fininhos.

Comecei então a fazer o molho branco.
Derreti a manteiga, juntei a cebola picada e, quando esta estava transparente, acrescentei a farinha. Mexi bem com um batedor de varas manual e deixei cozer a farinha por uns minutos. Adicionei o leite frio enquanto fui mexendo e até o molho começar a ganhar consistência. Juntei um pouco de sal, pimenta, noz moscada e sumo de limão.

Enrolei 3 espargos em cada crepe, e deitei-os bem aconchegados num pyrex rectangular oleado com azeite, tipo escuteirinhos em tenda de acampamento.
Cobri com o molho branco não muito grosso, ralei o parmesão e polvilhei os dois queijos por cima.

Foi ao forno a 180º uns 20 min ou até  a cobertura estar douradinha.

A Maria que olhou torto para o jantar, comeu bem e rápido, o que acontece quando gosta muito ou está cheia de fome.
Eu gostei muito e hei-de repetir com beringela assada e ricotta envolta em crepes de tomate.
Neste caso, junto um pouco de polpa de tomate e envolvo na massa dos crepes.

Ana

fevereiro 03, 2013

LARANJAS E AINDA INVERNO!


                                         Blinis de requeijão com coulis de laranja
Chamar blinis é um abuso! O que estarão a pensar as pequenas panquecas russas…
Destas só têm a forma e o tamanho. Podiam chamar-se luas-cheias de requeijão, ou outra coisa qualquer, mas enfim, vamos ao que interessa.
 As laranjas estão no seu melhor. Sumarentas, pesadas, óptimas para se comer à mão, aos pedaços. Não me importo do cheiro que fica, até gosto.
 Sendo assim, pus umas laranjas e um requeijão de Seia na mesa da cozinha e e decidi fazer uma panquecas diferentes das que habitualmente faço para o pequeno almoço de sábado - ainda por cima está um dia lindo de sol o que contribui para a boa disposição da minha filha Maria. 
  •  400 grs. de requeijão de Seia
  • 1/2 c. de leite meio gordo
  • 1/2 c. de farinha sem fermento
  • 2 ovos grandes de galinha do campo
  • 1 c. chá de fermento
  • 2 c. sopa de acúcar
  • 1 pitada de sal
  • raspa de 2 laranjas
 Misturei tudo menos as claras que acrescentei no fim, batidas em espuma e depois da mistura estar 1/2 hora a descansar no frio.
 Enquanto aguardava fiz o Coulis de Laranja.
 2 laranjas – 30 cl de sumo + a raspa de 1 laranja
2 limões – 5 cl de sumo
50 grs de açúcar
100 grs de água
50 grs de Grand Marnier
 Piquei fininho a casca da laranja, sem a parte branca, que tirei com a ajuda do descascador de cenouras e espremi os citrinos.
Fiz um caramelo  dourado com o açúcar e a água, cujo ponto parei ao juntar os sumos e o licor de laranja. Como não tinha Grand Marnier usei Cointreau. Levei ao lume a reduzir um pouco e no fim juntei a raspa da laranja.
 Estava na hora de fazer as panquecas. Não, não era meio-dia! A receita é muito rápida de fazer do que de escrever.
 Aqueci uma frigideira anti-aderente sem qualquer gordura e fui colocando colheres de sopa de massa. A seguir baixei o lume e deixei cozer ~15 segundos de cada lado. Mal os pequenos círculos de massa (8cm~) apareçam com pequenos furinhos como os que as pulgas fazem na areia, já estão prontos para virar.
 Agora é só comer! Nem me consegui sentar porque a minha filha ia-me sempre pedindo mais uma, mais uma…
Dá mais ou menos para 20 blinis, ou seja para duas pessoas gulosas como nós e que não estejam a fazer dieta.
Esta receita é para a minha prima Teresa que não come pão!
Ana

abril 27, 2012

CREPES DE AVEIA


 Crepes de Aveia
Para além da receita de blinis já  postada neste blog, decidi fazer um bom pequeno-almoço para a minha menina mais nova, que precisa de energia para estudar durante todo o fim de semana. As épocas de testes não são para brincadeira…
Assim, fiz uma receita saudável, palavra um pouco irritante, mas que resultou muito boa.
Ingredientes
Massa
  • 7 sopa de muesli sem passas
  • 6 c sopa de farinha integral
  • 3 c sopa açúcar amarelo ou 2 de mel
  • raspa de 2 limões
  • 2 dl leite
  • 4 ovos
Recheio
  • iogurte grego
  • mel
  • amêndoas laminadas
  • sumo de limão
Acompanhamento
  • 2 kiwi
  • 1 papaia
Tostei umas amêndoas laminadas ao lume sobre uma frigideira anti-aderente e sem gordura, que reservei.
Misturei numa tijela todos os ingredientes da massa pela seguinte ordem:
Ovos com o leite, o açúcar e a raspa do limão, a farinha em chuva e peneirada e o muesli.
Deixei descansar ½ hora.
Aqueci uma frigideira anti-aderente, ainda assim acrescentei 1 colher de café (a olho) de óleo que passei rapidamente com a ajuda de um pouco de papel de cozinha e deitei um pouco da massa.
Devido ao peso do muesli, devemos espalhar rapidamente a massa pela superfície da frigideira de forma uniforme. De resto fazem-se como todos os crepes. Depois de dourados um dos lados, viram-se no ar ou com uma espátula, dependendo das qualidades do artista, douram-se do outro lado e já está.
Recheei o crepe com o yogurt grego misturado com um pouco de mel, enrolei e salpiquei com uns fios de mel só para agarrar as amêndoas, raspas de limão e açúcar em pó (desnessário, só para ficar mais bonito). 
Acompanhei com os kiwis e a papaia com um pouco de sumo de limão, fatiados.
Eu gostei muito, mas a Maria que não é dada a grandes mudanças, preferiu os crepes clássicos de sempre, receita de Crepes de Outono da Maria de Lourdes Modesto. 
Mesmo assim, comeu o crepe que aqui vêem, mais um crepe dos outros (eu fiz ambas as receitas) e dois copos de leite. Espero que assim tenha vontade de se agarrar ao português e à matemática.
Esta receita dedico à minha filha Filipa!
Ana