março 30, 2026

BOLO DE BANANA COM PEPITAS DE CHOCOLATE

 

Bolo de banana com pepitas de chocolate

 

Esta é uma receita retirada de um site chamado The Concious Plant Kitchen

Adaptei os ingredientes com o que tinha.

 

Chamam lhe pão não sei porquê, porque é guloso e uma sobremesa óptima, principalmente se acompanharmos com a clássica bola de gelado de natas ou de baunilha, ou uma colher de sopa de natas batidas (ou chantilly).

Salpicado com uns pistaccios picados dá-lhe crocância e ainda fica mais bonito.

 

A repetir!

 

Ingredientes

  • 1 1/2 chav bananas maduras com manchas pretas na casca (equivalente a 4 bananas grandes)
  • ⅓ chav iogurte grego simples
  • ⅓ chav óleo de coco
  • ½  chav leite de amêndoa (usei o que faço em casa)
  • 1 c chá extracto de baunilha
  • ½  chav açúcar mascavado (usei amarelo)
  • ½  c chá de sal fino ou moído
  • 1 chav de farinha de trigo
  • ½ chav cacau em pó sem açúcar
  • 2 c chá de fermento em pó
  • ½  c chá de bicarbonato de sódio
  • 1 c chá de canela
  • ¼ chav pepitas de chocolate negro
  • 1 chav áquafaba ou 4 claras

Forre uma forma de bolo inglês de 23cm x 13cm com papel vegetal. Unte ligeiramente o papel e a forma com óleo em spray ou óleo de coco. Reserve.

 

Pré-aqueça o forno a 180°C Fan.

 

Numa tigela grande esmague as bananas com um garfo até quase não haver pedaços. Junte o iogurte, o óleo, o leite de amêndoa, o extrato de baunilha, o açúcar e o sal. Reserve.

 

Noutra tigela, misture a farinha, o cacau em pó, o fermento em pó, o bicarbonato de sódio e a canela.

 

Incorpore os ingredientes secos nos ingredientes húmidos e mexa até obter uma massa homogénea.

 

Adicione agora as pepitas de chocolate e misture bem.

 

Bata a áquafaba (ou as claras) em castelo e envolva na massa. A receita original não inclui este ingrediente, mas torna a massa mais leve.

 

Transfira a massa para a forma e leve ao forno durante 55 a 60 minutos.

Cubra a forma com papel de alumínio após 30 minutos para evitar que o pão de banana aloure demasiado depressa.

Introduza um palito no centro até ao fundo da forma para verificar se está pronto. Se sair limpo, retire a forma do forno.

 

Deixe arrefecer sobre uma rede durante 3 horas ou durante a noite antes de fatiar.

 

Decore com um fio de chocolate negro derretido e manteiga de amendoim fresca extra, se desejar.

Eu não o fiz e ficou muito bom.

 

Enjoy!

Ana

março 20, 2026

COELHINHOS DE LEITE - PÁSCOA

 

Coelhinhos de leite - Páscoa

Comecei a testar novas receitas de coelhinhos de Páscoa!
Todos os anos os faço de forma diferente, - doces, salgados, com glacé por cima, vão variando.

Este ano experimentei e adaptei uma receita de duas raparigas norueguesas Karina e Mari @MatklubbenTrondheim.

No fundo, são pãezinhos de leite em forma de coelhinhos. Ficam muito bons abertos ao meio com compota, manteiga, queijo ou fiambre.
A massa é macia e densa.

A repetir noutras épocas do ano em forma de bolinhas com 97 grs de peso cada.

Ingredientes para 20 coelhinhos

  • 150 g de manteiga com sal cortada em cubos
  • 6 dl de leite meio-gordo
  •  1 kg de farinha de trigo T65
  •  1 ovo médio 
  • ¾ de colher de café de sal moído ou fino
  •  150 g de açúcar branco
  • 8 grs de fermento seco da Fermipan
  • Raspa de 1 limão grande
  •  1 ovo para pincelar
  • Passas para fazer os olhos (fazer bolinhas pequeninas com as passas. Uma passa grande dá para duas bolinhas - usei um cortante pequenino que tinha)
  • Fitas para o pescoço

Preparar a Massa

Parti a manteiga em cubos pequenos e deixei à temperatura ambiente.

Coloquei todos os outros ingredientes, com excepção da manteiga, na batedeira equipada com o gancho. Juntei só 5,5 dl de leite e fui adicionando o restante leite aos poucos, enquanto batia.

Ficou a amassar por 10 minutos em velocidade lenta.

De seguida, adicionei a manteiga, cubinho a cubinho, e deixei a amassar durante mais 10 minutos, até a massa ficar lisa e elástica.

Salpiquei a bancada com farinha e verti a massa. Lavei a tijela, salpiquei com um pouco de farinha e voltei a colocar a massa coberta com pelicula aderente (pode ser também com um pano lavado).

Ficou a levedar durante 2 horas até duplicar de volume.

O tempo de levedar depende da temperatura da casa. Se estiver a uns 22º, uma hora costuma ser suficiente. Se estiver mais frio, o tempo é mais longo e se estiver muito calor o tempo, claro, diminui. Se estiver muito calor, pode deixar a massa durante toda a noite no frigorífico (bem protegida com um plástico por cima do pano) e fazer os coelhinhos no dia seguinte de manhã. A longa fermentação contribui para um óptimo sabor da massa. Interessa é que esta duplique de volume.

Modelar os coelhinhos

Pesei a massa e deu 1940 grs.

Dividi a massa e moldei da seguinte forma:

Com ajuda de uma balança digital, cortei-a em 20 pedaços de 97 grs. Usei uma espátula de corte.
A massa deve ser cortada de forma rápida e sem a mexer muito.

 Depois cortei cada pedaço da seguinte forma:

• Corpo: bolinha com 40 g
• Cabeça: bolinha com 25 g
• Orelhas: cilindro com 25 g
• Rabo: bolinha com 7 g

Modelei e coloquei os coelhinhos já no tabuleiro de ir ao forno sobre o tapete de silicone e separados 5 cm porque ainda iam crescer. Deu para 4 tabuleiros.

Ficaram a levedar 45 minutos a uma temperatura de 22º

Pré-aqueci o forno a 220º.

Quando os coelhinhos estavam levedados, fiz um corte longitudinal na massa em forma de cilindro de modo a formar duas orelhas. Não corte completamente, deixe cerca de 1 cm na parte inferior para que as orelhas fiquem juntas.

Pincelei com ovo e inseri as passas para fazer os olhos.

Levei ao forno durante 10 minutos aproximadamente, até dourar.

Deixei arrefecer sobre uma grade e atei os lacinhos no pescoço.

Provei, dei a provar à minha filha Maria, ao Miguel e a uma amiga, e congelei os restantes para ter na mesa no domingo de Páscoa para o pequeno-almoço.

Sim, porque ainda é tempo de preparação para a Páscoa.

Ana

maio 20, 2025

COELHO OU GALINHA À CAÇADOR

 

 
 
 
 
Coelho ou galinha à Caçador

Quando fui a Londres ter com a minha filha F., esta mostrou-me um restaurante escondido numa rua secundária do agitado bairro de Soho, o POLPO, onde Russell Norman serve pratos típicos de Veneza.

 

Amante de cozinha italiana, apaixonada por Veneza (e pelo corto Maltese ), não cheguei a ir ao restaurante, mas comprei o livro que é lindo e com receitas muito boas e fáceis de se reproduzir, tais como este coelho à caçador.

 

Como nenhuma das minhas filhas come coelho e a mais nova ainda vive comigo, fiz uma versão com galinha.

Noutra altura fiz com coelho, mas só para mim, e ficou muito boa.


https://www.polpo.co.uk/

 

Ingredientes

  • 1 coelho ou 1 galinha cortada em pedaços (o livro refere o coelho e 13 pedaços)
  • Farinha para envolver
  • 150 ml azeite
  • 3 cenouras cortadas em cubos pequenos
  • 3 paus de aipo cortados em cubos pequenos
  • 1 cebola grande finamente picada
  • 2 dentes de alho finamente picados
  • Folhas de 2 ramos de alecrim finamente picadas
  • Folhas de 4 ramos de tomilho
  • Sal e pimenta qb
  • Um copo de bom vinho branco
  • 2 latas de 400 grs de tomate pelado (esmago um pouco o tomate com as mãos antes de juntar ao tacho)
  • 1 chávena de água (sem a lavar, encho a lata de tomate até meio com água e verto na mistura)
  • 1 mão cheia de azeitonas pretas sem caroço
  • 1 mão cheia de folhas de salsa picada

Começar por colocar os pedaços de carne dentro de um saco de plástico com um pouco de farinha e envolver bem.

 

Num tacho de ferro, ou que possa ir ao forno, aquecer o azeite (bem quente) e selar a carne por todos os lados). Reservar.

 

No mesmo tacho, sem lavar, juntar as cenouras, o aipo, a cebola, o alho, o rosmaninho e o tomilho, sal e pimenta, e deixar a fervilhar até amolecer os legumes por uns 5 minutos.

 

Quando os legumes começarem a pegar ao fundo, juntar o vinho e deixar a borbulhar um pouco para evaporar todo o álcool, ficando só o sabor do vinho.

 

Juntar o tomate, a água, as azeitonas, e deixa a levantar fervura.

 

Junta-se agora a carne, e leva-se ao forno pré-aquecido a 180º durante 1,5 hora.

Uma 2ª opção será de colocar na slowcook, temperatura alta, durante 5 horas. A minha slowcook é da Silver Crest e só tem 3 temperaturas: coloco na média.

 

Servi num prato, com salsa picada por cima e umas fatias de pão torrado.

 

Fica também óptimo acompanhado por couscous ou arroz solto.

 

Ana

abril 15, 2025

BOLO DE REQUEIJÃO E CANELA COM CALDA DE LARANJA

 
Bolo de requeijão e canela com calda de laranja

Adaptei este bolo de iogurte, do chef e chocolatier Jacques Torres, nascido na Argélia, criado no Sul de França e que vive neste momento em NY (curiosamente nascemos no mesmo dia e ano), para um bolo de requeijão com canela e calda de laranja.

Tinha um requeijão a expirar de prazo e uma calda de laranja que tinha sobrado da cozedura das orangettes. Foi um óptmo pretexto para fazer este bolo.

 Muito prático porque não há claras em castelo e mede-se tudo em chávenas, tal como no tradicional bolo de iogurte. No meu caso, cada chávena mede 225 cc.

 Ingredientes

  • 1,5 chav açúcar branco
  • 1 laranja grande e biológica (sumo e raspa)
  • 1 chávena de queijo fresco ou requeijão
  • 3 ovos bio
  • 3 chav farinha tipo T55 sem fermento
  • 2 c chá baking powder
  • 1/2 c chá de canela em pó
  • 1 chav óleo de girassol (o chef usa azeite mas, com este, fica um sabor mais forte)

Calda de laranja

Misturar e deixar fervilhar 1 chav sumo da laranja com ½ chav de açúcar durante 10 min. Deixar arrefecer. Deve obter-se uma consistência de xarope.

Pesar todos os ingredientes e reservar.

Pré-aquecer o forno a 180º.

Numa taça, e com ajuda dos dedos, misturar bem o açúcar com a raspa de laranja e juntar o requeijão.

Adicionar os ovos, um a um, batendo com a vara de arames entre cada adição.

Incorporar a farinha peneirada já misturada com o fermento e canela.

No final, misturar o óleo e o sumo de laranja. Como eu tinha ‘blood oranges’, foi as que coloquei. Dá uma cor mais escura e são muito doces. Podem usar-se laranjas normais.

Vai ao forno numa forma de chaminé untada e enfarinhada. A minha tinha 18 cm de diâmetro medido na base e 7,5 cm de altura.
No meu forno ficou 45 minutos a 180º, no tabuleiro do meio.

Mal sai do forno, colocar a forma sobre uma grade, picar a superfície com um palito e verter umas boas colheres de sopa de calda por cima.

Deixar arrefecer um pouco até incorporar toda a calda e desenformar.

Este bolo é melhor no dia seguinte, quando todos os sabores tiveram tempo de se envolver.

Não dá trabalho nenhum a fazer e é mesmo muito bom.

Ana

abril 14, 2025

CHUTNEY DE NÊSPERA

Chutney de nêspera

Na nespereira que temos no pátio da casa de Alcácer, os frutos já vão dando um ar da sua graça.
Para além do licor de nêspera, cuja receita já partilhei, lembrei-me de fazer um chutney, inspirada pelo chutney de ananás que a minha filha Maria me trouxe de S. Miguel.

Baseei-me na receita de Eve Fox e resultou muito bem. Até quem não gostava de chutney, provou e rendeu-se.

Ingredientes
  • 680 grs de nêsperas lavadas, sem sementes e cortadas em pedaços pequenos
  • 450 grs de cebola picada
  • 227 grs de maçãs raladas
  • 450 grs de açúcar
  • 2 c chá de mostarda
  • 2 c chá de sal marinho
  • 1 c chá de caril em pó
  • 1 c de sopa de sementes de mostarda trituradas
  • 1 c sopa de melaço
  • 2 c sopa de gengibre fresco, descascado e cortado em tiras finas
  • 1 litro de vinagre de maçã
  • 470 grs - 2 chav de água
  • 1/4 chav de passas ou groselhas

Comecei por colocar todos os ingredientes em tacinhas separadas para não me esquecer de nenhum.
De seguida, deitei-os numa panela grande e levei a levantar fervura. 

Cozinhei em lume brando até a misturar ficar macia e com uma boa cor, cerca de 1 a 1 1/2 horas, mexendo regularmente para evitar que o chutney se cole ou queime.

Enquanto isso, esterilizei os frasquinhos que iam receber o chutney.

Deitei o chutney quente nos frascos também ainda quentes, certificando-me que deixava um dedo de espaço livre em cada frasco. Fechei muito bem e coloquei-os durante 10 minutos em banho-maria fervente. 

Retirei-os para uma bancada e deixe arrefecer num local sem correntes de ar durante a noite. Os frsquinhos devem ser guardados num local fresco e escuro por 9 meses. 

Este chutney é um bom acompanhamento para carnes assadas, croquetes, hamburgueres, espetadas de carne, chamussas, caril, bolinhos de legumes e muito mais.

Ana

AZEITONAS GALEGAS - MODO DE PREPARAÇÃO À LA CHANTAL

AZEITONAS GALEGAS

Em Alcácer, como em quase todo o Alentejo, as oliveiras vestem a paisagem de um verde seco, agora muito em uso na decoração das casas :). Calmo, discreto, dá gosto passear por entre os olivais, principalmente quando estão carregadinhas dos frutos pretos e verdes, consoante o seu grau de maturação.

Esta foi a segunda tentativa de tornar as lindas azeitonas num produto comestível. Já tinha tentado  uma vez em que as retalhei, mas virou uma tapenade.

Desta vez, com a receita da Chantal, foi um sucesso! Happy Happy!
E ficaram mesmo boas!

Ingredientes

  • 4 mãos cheias de azeitona galega
  • 1 lt Água
  • 60 grs sal grosso
  • Tiras de casca de limão e laranja (sem a parte branca)
  • Ramos de tomilho
  • folha de louro
  • 1 dente de alho

Lavei as azeitonas em água corrente.

Coloquei-as dentro de uma taça com água, tapei e conservei-as num local escuro durante uma semana, no meu caso na despensa, mudando a água diariamente.

Após esse tempo, em que as azeitonas perdem o amargo, fiz uma salmoura com água e sal numa percentagem de 1 lt de água para 60 grs de sal. A salmoura deve ser fervida e arrefecida.

Deitei as azeitonas em frascos esterilizados cobertas com a salmoura, os ramos de tomilho, a folha de louro, um dente de alho e umas tiras de limão e laranja. As azeitonas têm que estar completamente submersas no líquido para não haver criação de bolor por cima.  Voltei a guardá-las na despensa com um rótulo com a data em que as fiz.

Este mês, após 4 meses de hibernação (apanhei-as no fim de Novembro), abri um dos frascos para ver se já estavam boas. E estavam mesmo!
Conservei-as no líquido.

Como somos poucos cá em casa, em vez de um frasco, coloquei em vários que vou abrindo à medida que preciso. O frasco já aberto guardo no frigorífico.

Ana

SPAGHETTI CACIO E PEPE

Spaghetti Cacio e Pepe

Este é um dos pratos emblemáticos de Itália. Muito económico, deve, no entanto, obedecer a algumas regras, para que não resulte numa massa mole e empapada no queijo. Testei uma receita do site da Giallo Zafferano, vi mais alguns chefs italianos e cheguei a esta versão. 

Digo-vos, ficou perfeita!

Ingredientes para 2 pessoas (80 grs massa/pessoa)

  • 160 grs spaghetti (a marca Rummo é boa (https://www.pastarummo.it/en/)
  • 100 grs queijo Pecorino Romano (maturação média) ralado (comprar em barra e ralar na hora)
  • 2,5 grs de pimenta preta em grão moída grosseiramente num almofariz 
  • 800 ml de água para cozer o spaghetti (sempre que está escrito água, é a esta que me refiro)
  • 4 grs sal grosso para juntar à água de cozer o spaghetti (1 colher de chá)
Pesar todos os ingredientes e reservar.

Colocar uma panela com a água ao lume. Quando estiver a ferver, juntar o sal e depois colocar o spaghetti. A massa deve cozer menos 3 min. do que o tempo prescrito no pacote.

Normalmente coze-se a massa em bastante água. A proporção normal é de 1 lt água para 10 grs de sal e 100 grs de massa. Neste caso, como queremos mais cremosidade no final, e o queijo já é salgado, coloca-se metade da água que habitualmente se utiliza, para haver maior concentração de amido, e 1/4 do sal, ou seja, para 160 grs de massa, 800 ml de água e 4 grs de sal.

Enquanto a massa coze, colocar a pimenta a torrar em lume baixo numa frigideira anti-aderente, mexendo com uma colher de pau. Juntar à pimenta 1 concha de água de cozer a massa e continuar a mexer, deixando apurar por uns 7 minutos.

Deitar na frigideira, onde está a pimenta, o spaghetti que esteve a cozer na panela, para que continue a  cozedura, reservando a água de cozer. Ir adicionando a água quente aos poucos e à medida que o fundo vai ficando seco, misturando com uma pinça metálica, até que a massa esteja al dente.

Juntar um pouquinho da água quente ao pecorino reservado numa taça e mexer vigorosamente com uma vara de arames. 
Deve ficar uma pasta, não um creme. Se estiver que esperar pelo spaghetti, colocar esta mistura de queijo sobre a tampa da panela do spaghetti para manter a temperatura.

Fora do lume, juntar o queijo à massa, mexendo sempre com uma pinça. Ajustar a cremosidade, juntando mais água ou queijo ralado.

Serve de imediato com pimenta moída e pecorino ralado por cima. 
Ambos moídos/ralados no momento.

Este prato não deve esperar.

Ana