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junho 05, 2013

DE PARIS COM AMOR


Mamã de onde vêm os bebés?
         De Paris, numa cegonha, meu amor!

Era assim que antigamente se respondia aos mais pequenos à pergunta da origem dos bebés.

Mas de Paris ou de outra parte do Mundo, o que gostamos mesmo que nos tragam são produtos gastronómicos.
Partir através dos sabores para outras paragens

Numa mala de porão num avião, escondidas entre roupas e acessórios, vieram umas Conquille St Jacques, mais conhecidas entre nós por Vieiras, fresquíssimas, devoradas no dia seguinte, como presente de amor.

Mamã de onde vieram estas conchas?
De Paris, de avião, meu amor!


Conquillhe St Jacques Gratinadas
  • Conquillhe St Jacques
  • Manteiga qb
  • Farinha qb
  • Sal marinho qb
  • Mostarda de Dijon qb
  • Sumo de limão qb
  • Pimenta preta moída a gosto
Abrem-se as conchas e retira-se todo o interior. Numa frigideira anti-aderente, coloca-se manteiga, aquece-se até derreter e doura-se ligeiramente as vieiras. Tempera-se com sal, pimenta e mostarda. Reserva-se.
Entretanto faz-se um molho branco, um pouco espesso, no qual se acrescentou o líquido de dourar as vieiras. Tempera-se de sal, sumo de limão, mostarda e pimenta a gosto, não muito temperado, de modo a sentir-se a frescura a mar.
Monta-se  então o prato. Divide-se as vieiras pelas conchas e enche-se com o molho branco.
Rala-se um pouco de queijo a gosto por cima e vai ao forno a gratinar a 200º.

Servem-se acompanhadas de uma boa salada verde, num dia fresco de Verão ao som d´une  chanson française.

Lou

setembro 05, 2012

CANJA DE AMÊIJOAS

Canja de Ameijoas
Surpreendermo-nos com as coisas mais simples, numa época em que se tem acesso a tudo de um modo rápido, não é fácil.
Amêijoas, coentros, alhos vendem-se todos os dias a toda a hora durante todo o ano nas grandes superfícies.
Então como é que um prato com elementos tão simples nos consegue SURPREENDER! Mesmo depois de irmos com a espectativa alta.
Foi este sol que continua a brilhar que me fez recordar o Verão passado em Cabanas de Tavira, no Algarve e o jantar inesquecível na Noélia e Jerónimo levados por amigos, já clientes habitués.
As amêijoas tinham o sabor fresco do mar e os coentros o cheiro e o sabor do sol do Sul.
Foi este sabor que tentei recrear, com amêijoas e coentros do Mercado da Charneca da Caparica.
1/2 Kg Amêijoas
Coentros
Alhos (4 dentes)
Azeite
Arroz (1 copo médio)
Num tacho coloque o azeite, os alhos e os coentros, primeiro pisados no almofariz para libertarem os aromas.
De seguida junte água (3 vezes o volume de arroz) e deixe ferver.
Deite o arroz a cozer 10m e 5m antes deite as amêijoas e acaba de cozer.
Está pronto a comer, com todos os aromas.
Lou

Canja de Amêijoas

Surpreendermo-nos com as coisas mais simples, numa época em que se tem acesso a tudo de um modo rápido, não é fácil.
Amêijoas, coentros, alhos vendem-se todos os dias a toda a hora durante todo o ano nas grandes superfícies.
Então como é que um prato com elementos tão simples nos consegue SURPREENDER! Mesmo depois de irmos com a espectativa alta.
Foi este sol que hoje brilha que me fez recordar o Verão passado em Cabanas de Tavira, no Algarve e o jantar inesquecível na Noélia e Jerónimo levados por amigos, já clientes habitués.
As amêijoas tinham o sabor fresco do mar e os coentros o cheiro e o sabor do sol do Sul.
Foi este sabor que tentei recrear, com amêijoas e coentros do Mercado da Charneca da Caparica.

  • 1/2 Kg Amêijoas
  • Coentros
  • Alhos (4 dentes)
  • Azeite
  • Arroz (1 copo médio)

Num tacho coloque o azeite, os alhos e os coentros, primeiro pisados no almofariz para libertarem os aromas.
De seguida junte água (3 vezes o volume de arroz) e deixe ferver.
Deite o arroz a cozer 10m e 5m antes deite as amêijoas e acaba de cozer.
Está pronto a comer, com todos os aromas.
Lou.