
- 200 grs. amêndoas com pele
- 100 grs. açúcar
- 3 c sopa de água
- 1 c. sopa canela em pó (opcional)

Bolo de banana com pepitas de chocolate
Esta é uma receita retirada de um site chamado The Concious Plant Kitchen.
Adaptei os ingredientes com o que tinha.
Chamam lhe pão não sei porquê, porque é guloso e uma sobremesa óptima, principalmente se acompanharmos com a clássica bola de gelado de natas ou de baunilha, ou uma colher de sopa de natas batidas (ou chantilly).
Salpicado com uns pistaccios picados dá-lhe crocância e ainda fica mais bonito.
A repetir!
Ingredientes
Forre uma forma de bolo inglês de 23cm x 13cm com papel vegetal. Unte ligeiramente o papel e a forma com óleo em spray ou óleo de coco. Reserve.
Pré-aqueça o forno a 180°C Fan.
Numa tigela grande esmague as bananas com um garfo até quase não haver pedaços. Junte o iogurte, o óleo, o leite de amêndoa, o extrato de baunilha, o açúcar e o sal. Reserve.
Noutra tigela, misture a farinha, o cacau em pó, o fermento em pó, o bicarbonato de sódio e a canela.
Incorpore os ingredientes secos nos ingredientes húmidos e mexa até obter uma massa homogénea.
Adicione agora as pepitas de chocolate e misture bem.
Bata a áquafaba (ou as claras) em castelo e envolva na massa. A receita original não inclui este ingrediente, mas torna a massa mais leve.
Transfira a massa para a forma e leve ao forno durante 55 a 60 minutos.
Cubra a forma com papel de alumínio após 30 minutos para evitar que o pão de banana aloure demasiado depressa.
Introduza um palito no centro até ao fundo da forma para verificar se está pronto. Se sair limpo, retire a forma do forno.
Deixe arrefecer sobre uma rede durante 3 horas ou durante a noite antes de fatiar.
Decore com um fio de chocolate negro derretido e manteiga de amendoim fresca extra, se desejar.
Eu não o fiz e ficou muito bom.
Enjoy!
Ana
Coelhinhos de leite - Páscoa
Comecei a testar
novas receitas de coelhinhos de Páscoa!
Todos os anos os faço
de forma diferente, - doces, salgados, com glacé por cima, vão variando.
Este ano experimentei e adaptei uma receita de duas raparigas norueguesas Karina e Mari @MatklubbenTrondheim.
No fundo, são pãezinhos
de leite em forma de coelhinhos. Ficam muito bons abertos ao meio com compota,
manteiga, queijo ou fiambre.
A massa é macia e
densa.
A repetir noutras épocas do ano em forma de bolinhas com 97 grs de peso cada.
Ingredientes para 20 coelhinhos
Preparar a Massa
Parti a manteiga em cubos pequenos e deixei à temperatura ambiente.
Coloquei todos os outros ingredientes, com excepção da manteiga, na batedeira equipada com o gancho. Juntei só 5,5 dl de leite e fui adicionando o restante leite aos poucos, enquanto batia.
Ficou a amassar por 10 minutos em velocidade lenta.
De seguida, adicionei a manteiga, cubinho a cubinho, e deixei a amassar durante mais 10 minutos, até a massa ficar lisa e elástica.
Salpiquei a bancada com farinha e verti a massa. Lavei a tijela, salpiquei com um pouco de farinha e voltei a colocar a massa coberta com pelicula aderente (pode ser também com um pano lavado).
Ficou a levedar durante 2 horas até duplicar de volume.
O tempo de levedar depende da temperatura da casa. Se estiver a uns 22º, uma hora costuma ser suficiente. Se estiver mais frio, o tempo é mais longo e se estiver muito calor o tempo, claro, diminui. Se estiver muito calor, pode deixar a massa durante toda a noite no frigorífico (bem protegida com um plástico por cima do pano) e fazer os coelhinhos no dia seguinte de manhã. A longa fermentação contribui para um óptimo sabor da massa. Interessa é que esta duplique de volume.
Modelar os coelhinhos
Pesei a massa e deu 1940 grs.
Dividi a massa e moldei da seguinte forma:
Com ajuda de uma
balança digital, cortei-a em 20 pedaços de 97 grs. Usei uma espátula de corte.
A massa deve ser
cortada de forma rápida e sem a mexer muito.
Depois cortei cada pedaço da seguinte forma:
• Corpo: bolinha
com 40 g
• Cabeça: bolinha
com 25 g
• Orelhas: cilindro
com 25 g
• Rabo: bolinha
com 7 g
Modelei e coloquei os coelhinhos já no tabuleiro de ir ao forno sobre o tapete de silicone e separados 5 cm porque ainda iam crescer. Deu para 4 tabuleiros.
Ficaram a levedar 45 minutos a uma temperatura de 22º
Pré-aqueci o forno a 220º.
Quando os coelhinhos estavam levedados, fiz um corte longitudinal na massa em forma de cilindro de modo a formar duas orelhas. Não corte completamente, deixe cerca de 1 cm na parte inferior para que as orelhas fiquem juntas.
Pincelei
com ovo e inseri as passas
para fazer os olhos.
Levei ao forno durante 10 minutos aproximadamente, até dourar.
Deixei arrefecer sobre uma grade e atei os lacinhos no pescoço.
Provei, dei a provar à minha filha Maria, ao Miguel e a uma amiga, e congelei os restantes para ter na mesa no domingo de Páscoa para o pequeno-almoço.
Sim, porque ainda é tempo de preparação para a Páscoa.
Ana
Quando fui a Londres ter com a minha filha F., esta mostrou-me um restaurante escondido numa rua secundária do agitado bairro de Soho, o POLPO, onde Russell Norman serve pratos típicos de Veneza.
Amante de cozinha italiana, apaixonada por Veneza (e pelo corto Maltese ), não cheguei a ir ao restaurante, mas comprei o livro que é lindo e com receitas muito boas e fáceis de se reproduzir, tais como este coelho à caçador.
Como nenhuma das minhas filhas come coelho e a mais nova ainda vive comigo, fiz uma versão com galinha.
Noutra altura fiz com coelho, mas só para mim, e ficou muito boa.
Ingredientes
Começar por colocar os pedaços de carne dentro de um saco de plástico com um pouco de farinha e envolver bem.
Num tacho de ferro, ou que possa ir ao forno, aquecer o azeite (bem quente) e selar a carne por todos os lados). Reservar.
No mesmo tacho, sem lavar, juntar as cenouras, o aipo, a cebola, o alho, o rosmaninho e o tomilho, sal e pimenta, e deixar a fervilhar até amolecer os legumes por uns 5 minutos.
Quando os legumes começarem a pegar ao fundo, juntar o vinho e deixar a borbulhar um pouco para evaporar todo o álcool, ficando só o sabor do vinho.
Juntar o tomate, a água, as azeitonas, e deixa a levantar fervura.
Junta-se agora a carne, e leva-se ao forno pré-aquecido a 180º durante 1,5 hora.
Uma 2ª opção será de colocar na slowcook, temperatura alta, durante 5 horas. A minha slowcook é da Silver Crest e só tem 3 temperaturas: coloco na média.
Servi num prato, com salsa picada por cima e umas fatias de pão torrado.
Fica também óptimo acompanhado por couscous ou arroz solto.
Ana

Adaptei este bolo de iogurte, do chef e chocolatier Jacques Torres, nascido na Argélia, criado no Sul de França e que vive neste momento em NY (curiosamente nascemos no mesmo dia e ano), para um bolo de requeijão com canela e calda de laranja.
Tinha um requeijão a expirar de prazo e uma calda de laranja que tinha sobrado da cozedura das orangettes. Foi um óptmo pretexto para fazer este bolo.
Muito prático porque não há claras em castelo e mede-se tudo em chávenas, tal como no tradicional bolo de iogurte. No meu caso, cada chávena mede 225 cc.
Ingredientes
Calda de laranja
Misturar e deixar fervilhar 1 chav sumo da laranja com ½ chav de açúcar durante 10 min. Deixar arrefecer. Deve obter-se uma consistência de xarope.
Pesar todos os ingredientes e reservar.
Pré-aquecer o forno a 180º.
Numa taça, e com ajuda dos dedos, misturar bem o açúcar com a raspa de laranja e juntar o requeijão.
Adicionar os ovos, um a um, batendo com a vara de arames entre cada adição.
Incorporar a farinha peneirada já misturada com o fermento e canela.
No final, misturar o óleo e o sumo de laranja. Como eu tinha ‘blood oranges’, foi as que coloquei. Dá uma cor mais escura e são muito doces. Podem usar-se laranjas normais.
Vai ao forno numa
forma de chaminé untada e enfarinhada. A minha tinha 18 cm de diâmetro medido
na base e 7,5 cm de altura.
No meu forno
ficou 45 minutos a 180º, no tabuleiro do meio.
Mal sai do forno, colocar a forma sobre uma grade, picar a superfície com um palito e verter umas boas colheres de sopa de calda por cima.
Deixar arrefecer um pouco até incorporar toda a calda e desenformar.
Este bolo é melhor no dia seguinte, quando todos os sabores tiveram tempo de se envolver.
Não dá trabalho nenhum a fazer e é mesmo muito bom.
Ana
Chutney de nêspera
Na nespereira que temos no pátio da casa de Alcácer, os frutos já vão dando um ar da sua graça.
Para além do licor de nêspera, cuja receita já partilhei, lembrei-me de fazer um chutney, inspirada pelo chutney de ananás que a minha filha Maria me trouxe de S. Miguel.
Baseei-me na receita de Eve Fox e resultou muito bem. Até quem não gostava de chutney, provou e rendeu-se.
Comecei por colocar todos os ingredientes em tacinhas separadas para não me esquecer de nenhum.
De seguida, deitei-os numa panela grande e levei a levantar fervura.
Cozinhei em lume brando até a misturar ficar macia e com uma boa cor, cerca de 1 a 1 1/2 horas, mexendo regularmente para evitar que o chutney se cole ou queime.
Enquanto isso, esterilizei os frasquinhos que iam receber o chutney.
Deitei o chutney quente nos frascos também ainda quentes, certificando-me que deixava um dedo de espaço livre em cada frasco. Fechei muito bem e coloquei-os durante 10 minutos em banho-maria fervente.
Retirei-os para uma bancada e deixe arrefecer num local sem correntes de ar durante a noite. Os frsquinhos devem ser guardados num local fresco e escuro por 9 meses.
Este chutney é um bom acompanhamento para carnes assadas, croquetes, hamburgueres, espetadas de carne, chamussas, caril, bolinhos de legumes e muito mais.
Ana
AZEITONAS GALEGAS
Em Alcácer, como em quase todo o Alentejo, as oliveiras vestem a paisagem de um verde seco, agora muito em uso na decoração das casas :). Calmo, discreto, dá gosto passear por entre os olivais, principalmente quando estão carregadinhas dos frutos pretos e verdes, consoante o seu grau de maturação.
Esta foi a segunda tentativa de tornar as lindas azeitonas num produto comestível. Já tinha tentado uma vez em que as retalhei, mas virou uma tapenade.
Desta vez, com a receita da Chantal, foi um sucesso! Happy Happy!
E ficaram mesmo boas!
Ingredientes
Lavei as azeitonas em água corrente.
Coloquei-as dentro de uma taça com água, tapei e conservei-as num local escuro durante uma semana, no meu caso na despensa, mudando a água diariamente.
Após esse tempo, em que as azeitonas perdem o amargo, fiz uma salmoura com água e sal numa percentagem de 1 lt de água para 60 grs de sal. A salmoura deve ser fervida e arrefecida.
Deitei as azeitonas em frascos esterilizados cobertas com a salmoura, os ramos de tomilho, a folha de louro, um dente de alho e umas tiras de limão e laranja. As azeitonas têm que estar completamente submersas no líquido para não haver criação de bolor por cima. Voltei a guardá-las na despensa com um rótulo com a data em que as fiz.
Este mês, após 4 meses de hibernação (apanhei-as no fim de Novembro), abri um dos frascos para ver se já estavam boas. E estavam mesmo!
Conservei-as no líquido.
Como somos poucos cá em casa, em vez de um frasco, coloquei em vários que vou abrindo à medida que preciso. O frasco já aberto guardo no frigorífico.
Ana
Este é um dos pratos emblemáticos de Itália. Muito económico, deve, no entanto, obedecer a algumas regras, para que não resulte numa massa mole e empapada no queijo. Testei uma receita do site da Giallo Zafferano, vi mais alguns chefs italianos e cheguei a esta versão.
Digo-vos, ficou perfeita!
Ingredientes para 2 pessoas (80 grs massa/pessoa)
Não sei se esta é a melhor maneira de fazer massa folhada. Experimentei a receita do Paulo Rocha @paulo_rocha.77 e resultou numa massa crocante e bem feita. É fácil de fazer. Fiquei fã.
https://www.youtube.com/watch?v=FYeLH1rnEJA
Tinha um recheio de azevias que fiz para o Natal e com o qual recheei os pastéis.
Ingredientes
Numa tijela colocar a farinha, o sal e a água. Mexer com uma colher metálica até humedecer a farinha e depois amassar na mesa por 5 minutos. Moldar uma bola e deixar a descansar dentro da taça coberta por película aderente por aproximadamente 1 hora.
Verifica-se o véu e, se estiver elástico e sem romper quando se estica com os dedos, está pronta.
Estende-se a massa numa superfície ligeiramente enfarinhada (virando dos dois lados e esticando), num rectângulo de 25cmx45cm (o lado de 25cm fica virado para nós). Com ajuda das costas de uma faca fazem-se dois riscos leves na massa, para marcar três partes de 25cmx15cm cada.
Barram-se dois terços da massa com 50 grs de manteiga. Dobra-se o lado sem manteiga por cima do terço central e cobre-se com o outro terço. Ficamos com um rectângulo de 25cm*15cm que se embrulha em película aderente e vai ao frigorífico por 30 min.
Repete-se todo o processo de formar e barrar o rectângulo de 25cm*45cm novamente, com o lado de 15cm virado para nós. Vai novamente ao frigorífico embrulhado em película aderente por 30 min.
Volta-se a estender um rectângulo maior que os anteriores e que fique com 35cm*45cm (coloco sempre o lado mais estreito virado para mim) e barra-se toda a superfície com as restantes 50 grs de manteiga. Faz-se um rolo apertadinho que fica com um comprimento de 35cm.
Guarda-se no frigorífico embrulhado em película aderente.
Na hora de utilizar, cortam-se rodelas de 1,5cm de largura com que se forram as forminhas da seguinte forma:
Colocam-se as rodelas com a parte lisa cortada assente no fundo das forminhas e, com a ajuda dos dois polegares, vai-se esticando a massa até forrar toda a forma. Podem humedecer-se os polegares se ajudar a não pegar a massa.
Coloquei as formas no frigorífico uns 30 minutos e só depois recheei com o creme.
Vai a forno pré-aquecido muito quente (o máximo da temperatura que o vosso forno der) durante uns 10 min. Tem que se ajustar o tempo e a temperatura consoante o forno. Deixei arrefecer os pasteis numa grade fora das forminhas.
Ficaram muito bons! guardei os pastéis que sobraram numa lata. Devem ser comidos no próprio dia porque no dia seguinte a massa folhada já está mole.
Nota
Comprei entretanto umas forminhas de pastel de nata. Quando tiver a receita coloco aqui no blog.
Here comes the sun, doo-doo-doo-doo
Little darlin', it's been a long, cold, lonely
winter
Here comes the sun
Little darlin', it feels like years since it's been here
Here comes the sun
Here comes the sun
And I say, it's alright
Nada melhor para receber este tempo de renascimento do que um prato do Médio Oriente, cheio de sol e especiarias, de um dos meus chefs preferidos, Yotam Ottolenghi, do qual tenho vários livros.
Todas as receitas que tenho experimentado dos seus livros ou site são fantásticas e muitas delas bastante fáceis.
Tinha já preparado os preserved Lemons e, para lhes dar uso, fui pesquisar uma receita num dos seus livros, desta vez o Simple; com o sol a anunciar a Primavera, esta é uma opção muito boa.
Em Portugal, os preserved lemons e o za’atar não são ingredientes que se tenham na despensa de todos os dias, a não ser que, como eu, gostem dos sabores do Médio Oriente. No entanto, o za’atar encontra-se facilmente no Corte Inglês, GoNatural ou Celeiro, ou mandando vir da Amazon e/ou na loja Ottolenghi
Fiz metade da receita e é para repetir, tão bom!
Ingredientes para 6 pessoas
Coloque a manteiga e 1 colher de sopa de azeitenuma frigideira bastante grande com tampa (a minha tinha um diâmetro de ~30 cm) e leve a lume médio-alto.
Assim que a manteiga começar a espumar,
acrescente o alho francês, ½
colher de chá de sal e bastante pimenta. Cozinhe por 3 minutos, mexendo sempre, até o alho francês ficar macio.
Adicione os cominhos, o
limão e o caldo de legumes e ferva rapidamente por 4–5 minutos, até que a maior
parte do caldo tenha evaporado. Junte os espinafres e
cozinhe por mais 1 minuto até
estes murcharem, depois reduza o lume para médio.
Use uma colher grande para fazer 6 cavidades na mistura e quebre um
ovo em cada espaço. Polvilhe os ovos com uma pitada de sal, espalhe o queijo
feta em volta dos ovos e tape a frigideira. Cozinhe por 4–5 minutos até que as
claras estejam cozidas, mas as gemas ainda líquidas (eu prefiro as gemas mais cozidas, pelo que
deixei mais uns minutos).
Quando tudo estiver pronto, misture o za’atar com a colher de sopa restante do azeite e pincele os ovos.
Sirva imediatamente, acompanhado de um bom vinho branco fresquinho e umas
fatias de bom pão torrado. Usei um de Rio Maior, porque gosto muito do sabor.
A
grande vantagem deste prato é que pode ser confeccionado com antecedência, até
ao ponto em que se abrem os ovos na mistura. Depois é tudo uma questão de
poucos minutos até ser servido.
Ana
Bolachas de aveia integrais aromatizadas com raspa de limão ou com alperces secos
Gosto muito das receitas da Rita Nascimento.
Tenho vários livros dela, mas desta vez segui uma receita do seu blog.
https://ladolcerita.net/receita/cookies-de-aveia-integrais/
Em casa, a recuperar de uma lombalgia mas já a poder mexer-me um pouco, fiz estas bolachinhas que são muito boas.
Ingredientes para 14 bolachinhas
–
120 gr flocos de aveia grossos
– 60 gr farinha integral de trigo + 20 gr gérmen de trigo (não tinha gérmen de trigo, pelo que
usei 80 grs da
farinha
– 1 c chá
de fermento em pó para bolos
– 1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
– 1 pitada de sal
–
100 gr manteiga com sal amolecida
– 120 gr açúcar amarelo
–
1 ovo tamanho L à temperatura ambiente (uso
sempre Bio)
– 1 c chá de raspa de limão
– 2 c sopa alperces secos picadinhos
Numa tijela, comecei por misturar os secos (a aveia, a farinha, o fermento, o bicarbonato de sódio e o sal).
Retirei o tabuleiro de forno para fora e coloquei por cima uma folha de papel vegetal anti-aderente. Pré-aqueci o forno a 180º.
Noutra tijela misturei a manteiga com o açúcar com ajuda de uma colher de pau até obter uma pasta e incorporei o ovo.
Juntei a esta mistura os ingredientes secos, e envolvi só até estar tudo ligado. Não mexer demais.
Dividi a massa ao meio e numa metade juntei a raspa de limão e na outra os alperces secos.
Com a ajuda de uma colher de gelado fui deitando bolinhas
de massa no tabuleiro, bem espaçadas porque alargam bastante. Como tenho um
forno normal de 60cmx60cm, fiz as bolachas em duas fornadas. Estas bolachas ficam grandes. Se fizer mais pequeninas, diminua um pouco o tempo de cozedura.
Também podem usar uma colher normal, mas, neste caso, devem pesar-se as bolinhas para que fiquem todas do mesmo tamanho e tenham assim o mesmo tempo de cozedura.
Cozeram no forno pré-aquecido a 180ºC até estarem
douradinhas. As minhas demoraram 12 min.
Elas saem moles ainda e endurecem cá fora. Retirei-as do forno com ajuda de uma espátula e deixei-as a arrefecer numa placa de rede.
Coloquei-as dentro de uma caixa de lata na despensa, para não amolecerem.
A RN propõe juntar às bolachinhas pepitas de chocolate de chocolate, frutos secos picados, sementes ou especiarias (com canela devem ficar óptimas também).
Ana