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fevereiro 26, 2021

BOLACHINHAS CROCANTES DE ARROZ


   
Bolachinhas Crocantes de Arroz

Nunca mais vou deitar arroz fora. As bolachinhas crocantes de arroz que vi a Cátia Goarmon fazer, e que eu adaptei, são óptimas para se comerem simples ou com um pouco de salmão fumado por cima, queijo creme, etc.

Ingredientes 

  • 200 grs de arroz branco cozido (o meu era basmati  mas pode ser com qualquer um)
  • 200 ml leite (usei meio-gordo)
  • 50 grs de farinha (usei de espelta)
  • 1 c sopa manteiga magra com sal (tinha Matinal)
  • Parmesão ralado
  •  Cebolinho picado

As sobras de arroz que tinha pesavam 240 grs, por isso adaptei as quantidades dos restantes ingredientes.

Coloquei tudo na Bimby (pode ser outro processador qualquer ou copo do 123) e misturei uns 30 seg a alta velocidade, até ficar um creme branco, onde ainda se sentia alguma textura tipo areia.

Pré-aqueci o forno a 170º (a receita diz 180º mas depende dos fornos). Retirei o tabuleiro do forno e coloquei uma folha de papel vegetal para bolos por cima. Reservei.

Entretanto, coloquei a massa num saco de pasteleiro com uma abertura de 0,5 cm, (é muito líquida) e desenhei umas rodelinhas de aproximadamente 4 cm de diâmtetro, espaçadas uns 3 cm, sobre o vegetal que estava já sobreo  tabuleiro. 

Por cima, polvilhei com um pouco de parmesão ralado e um resto de cebolinho picado. A receita não diz mas ficam mais saborosas e bonitas. Fiz umas simples e outras com o topping, para experimentar.

Coloquei o tabuleiro nos apoios do forno um pouco acima do centro durante 30 min.

Depois, foi só retirar o vegetal para não continuar a cozinhar com o calor residual do tabuleiro, esperar uns minutos e, com uma espátula, tirar as bolachinhas.

Ficam muito crocantes e saborosas. Deu para 48 bolachinhas feitas em três vezes.

Gostei mais das com parmesão e cebolinho.

TIP:
O meu arroz foi feito com a receita do arroz branco da Bimby.
Não deixar tostar muito.

Estas bolachinhas têm que ser comidas no próprio dia, porque amolecem.

Ana

março 18, 2016

INDIAN LUNCH - QUEIJO CREME COM ERVAS AROMÁTICAS E CHUTNEY DE MANGA


Queijo creme com cebolinho  e coentros

Os hindus não comem carne e, geralmente, cada família tem uma vaca leiteira, que é tratado como um membro da família. 

No entanto, esta é de grande importância na alimentação, devido ao leite do qual fazem requeijão, manteiga (ghee), para não falar da urina e fezes que são utilizados no culto e ritos de penitência.

Assim, fiz pela primeira vez um queijinho que estava muito cremoso e parecia-se mais com um Boursin do que com um queijo fresco. É tão fácil de fazer, que me pergunto porque não meti mãos à obra há mais tempo.

Os ingredientes nesta receita devem ser respeitados porque, por exemplo, se se comprar leite que não seja fresco, não resulta.

Ingredientes
  • 1l de leite fresco 
  • 100 grs leite em pó gordo (usei Nido)
  • uma pitada de sal grosso
  • 12 gotas de coalho (vende-se em frasquinhos pequeninos na Farmácia e custam por volta de 2€) 
  • cebolinho q.b.
  • coentros frescos q.b.
Como tenho Bimby, coloquei no copo o leite, o leite em pó e o sal, à temperatura de 37º (Bimby: 37º/ 10 Min/vel.3). 
Mas quem não tiver, é só pôr ao lume, ir mexendo sempre durante uns 15 min, e com um termómetro controlar a temperatura para que oscile entre os 35º e os 40º.

De seguida, juntei as 20 gotas de coalho e mexi mais um pouco (Bimby:30 seg/vel.3).

Retirei para um recipiente em vidro e deixei repousar 1 hora.

É extraordinário porque fica logo coalhado e parece um queijo fresco gigante.

Depois, verti o queijo para um pano grande lavado (convém que o tecido do pano não tenha pelos, eu usei um pano de cozinha), fiz vários cortes no queijo para que o soro começasse a sair, fechei tipo trouxa e coloquei a bola de pano com o queijo por cima de um recipiente, com o cuidado de não tocar no fundo,  para que o soro pudesse ir pingando Ficou assim, a repousar dois dias no frigorífico. 
Durante esse tempo, sempre que abria o frigorífico, apertava mais a bola de pano para ir concentrando o queijo e forçando a saída do soro.
 
Desenformei então para uma tijela e desfiz o queijo com um garfo, juntando o cebolinho  e umas folhas de órégãos frescos picadinhos.

Para ter uma bonita apresentação, forrei uma tijelinha com papel film, deitei o queijo, pressionei um pouco para retirar bolhas de ar e depois desenformei. Dá mais ou menos um queijinho do tamanho de uma mão em concha. Se por cima de um pouco de queijo, puser uma colherinha de chutney, a mistura do amargo do chutney com a cremosidade do queijo resulta muito bem.
 
Foi um sucesso e desapareceu no piscar de olhos.

Ana