agosto 17, 2013

SALADA DE VERÃO Nº3 - TOMATE, RÚCULA E FETA

Meo sleeping



Salada de tomate, rúcula e feta

Enquanto as folhas ainda se agarram às árvores e os tons fortes do verão tardam em cair, vou comendo uma salada fresca com os produtos do jardim da Paulinha que mos veio entregar à porta: rúcula e tomate.
Assim e com pouco mais!

Ingredientes
  • rúcula sem tratamento
  • tomate sem tratamento
  • queijo feta
  • azeite e vinagre balsâmico bem denso para cortar o adstringente da rúcula.
Dolce Far Niente num domingo na minha varandinha, onde só se houve o barulho do combóio muito de vez em quando, o gato e a Maria dormem e a Filipa trabalha!

Ana.

agosto 16, 2013

SALADAS DE VERÃO Nº2 - SALMÃO FUMADO E REQUEIJÃO


Salada de salmão fumado e requeijão vestida com vinagreta de mostarda de Dijon

A minha filha Maria lançou-me um desafio e pediu-me para, durante esta semana, fazer jantares só de saladas. Está calor e, como ela diz, apetece algo fresquinho, para além do bikini depois ficar melhor!

Assim, aqui vai a minha primeira aposta, depois de testada e alterada do que pretendi que fosse a original: Salada de salmão fumado e requeijão

Ingredientes
  • 1 embalagem pequena de Salmão fumado
  • 1 Requeijão sem ser de Seia, para não ser tão gordo
  • Mistura de alfaces
  • 1 mão de azeitonas pretas cortadas aos pedacinhos
  • 1 Pêra abacate
  • 2 ovos biológicos cozidos
  • 2 mãos cheias de cogumelos
  • sementes de sésamo tostadas em azeite
  • 12 alcaparras
  • funcho fresco
Vinagreta
  • 4 c sopa de azeite
  • 1 c sopa de sumo de limão
  • 1 c chá de mostarda
  • sal e pimenta qb
Comecei por laminar os cogumelos e salteá-los em azeite durante uns minutinhos. Reservei.
Cozi os ovos 10 min em água com sal.
Cortei as alfaces em juliana e o queijo em em pequenos troços.

Para melhorar a apresentação, envolvi os ingredientes separadamente na vinagreta e depois montei a salada com os ingredientes bem identificados. Cada artista saberá a imagem que quer dar.
Não gosto daquelas saladas em que não se percebe o que lá está dentro, tal é a profusão de ingredientes mergulhados no molho ou na maionese.

Tinha guardado num frasco um pacote de sementes de sésamo torradas durante uns minutos numa c sopa de azeite (receita da Teresinha e que são boas mesmo comidas à colher; têm um sabor entre as amêndoas e os amendoins).

No fim salpiquei a salada com as sementes e as hastes do funcho!


Ana

agosto 15, 2013

SALADA DE VERÃO Nº1 - SALMÃO E CAMARÃO



Salada quente de salmão e camarão salteados com legumes na wok

Já me apetecia um peixinho, mas a Maria que come tudo, agora refila!
Assim, juntei-lhe uns amigos à volta e, como era uma salada, foi todo. 

Ingredientes para 3
  • ½ Alho francês
  • Azeite qb
  • 2 Lombos de salmão
  • Espargos verdes frescos
  • 2 mãos cheias de Folhas de espinafres
  • ½ Courgette
  • 1 c sopa de mistura de especiarias
  • 15 Camarões cozidos
Vinagreta
  • Sal e pimenta qb
  • Sumo de limão
  • 1 c sopa de natas de soja
Primeiro preparei os ingredientes.
Comecei por cortar o lombo de salmão em cubos médios e tirei a pele, a cabeça, o rabo e o veio escuro aos camarões.
De seguida lavei bem o alho francês e a courgette e cortei-os em rodelas fininhas.
Lavei os espargos e parti-os à mão, aproveitando um terço da parte superior. Estes espargos eram fininhos, apanhados à beira da estrada no Alentejo. 
Lavei as folhas de espinafre e reservei.

Esperei que a minha filha estivesse despachada e, na hora de ir para a mesa, aqueci um pouco de azeite na wok e deitei o alho francês, deixando a refogar por uns minutos.
De seguida coloquei os lombinhos de salmão e deixei cozinhar uns minutos (poucos).
Acrecentei os espargos partidos, as folhas de espinafre, as rodelas de courgette, temperei com a mistura de especiarias e ficou em lume lento a ganhar cor e os sucos dos diversos legumes a misturarem-se com as especiarias.
No fim, juntei os camarões cozidos, provei e corrigi o tempero com sal, pimenta, um pouco de sumo de limão e as natas.
A Maria nem mencionou a palavra peixe! E gostou muito desta salada acompanhada de outra de tomate só com uma vinagreta normal de azeite, balsâmico e sal na proporção de 3 para 1.

O resto, amanhã, vai ser o meu almocinho!

Ana

agosto 01, 2013

VERÃO É TEMPO DE...

JOSHUA BENOLIEL
 Verão é tempo de beber um Refresco...

Sophia Loren
 Verão é tempo de beber um Vinho fresco...

Via Net

 Verão é tempo de beber um café na Praia...

Franck Loyd Whright

 Verão é tempo de  amigos...

Filme África Minha

                                                  Verão é tempo de  picnics e de...

                                                        Dar tempo ao Tempo


Lou

julho 22, 2013

WOMAN ON TOP


Como o aroma de uma MOQUECA DE CAMARÂO  pode mudar vidas...


WOMAN ON TOP
I´m Isabela Oliveira and this is PASSION FOOD...

Director:

 

Writer:

 

MOQUECA DE CAMARÃO


A Moqueca de Camarão tem andado a ser muito falada nestes dias. 
Feita num dia Especial em grande quantidade, o que sobrou aguarda no congelador para um jantar de amigos, adiado até... um dia destes.
 A Moqueca lembra-me o Brasil, as férias, as cores laranja, os momentos de prazer, e o filme WOMAN ON TOP com a Penélope Cruz que, apesar da sua leveza, prova que a Música Brasileira acompanhada dos aromas de uma Moqueca de Camarão e ainda de uma Caipirinha nos pode transportar... para a ALEGRIA dos Países Quentes.

A Moqueca, prato indigena de origem Baiana, é uma espécie de cozido com peixe ou marisco, ao qual se acrescenta o leite de coco e o azeite dendê, daí a sua cor laranja.
A minha receita é um misto de várias outras, mas mantêm o conceito original - a diferença está que uso um "fumet de camarão" e uma pasta de amendoins, como no Vatapá, outra receita Baiana.

Ingredientes
  • 1/2 Kg camarão - 4 pessoas
  • 2 cebolas grandes
  • 1 lata de leite de coco
  • 1 CS azeite dendê
  • 1 tirinha de pimento vermelho
  • 1 tirinha de pimento verde
  • sal a gosto
  • 1/2 limão em sumo ( aproveitei um cubo que tinha congelado)
  • coentros a gosto
  • 1 punhado pequeno de amendoins sem sal
Preparação
Comprei os camarões já cozidos no Supermercado, porque prefiro a sua cozedura, e porque não tinha muito tempo, descasquei, temperei com o sumo de limão, sal e coentros.
As cabeças, aproveitei para estufar sobre um refogado de azeite e cebola, esmagá-las e aproveitar o caldo de camarão (fumet de camarão).


Num tacho coloquei azeite, as cebolas, os pimentos cortados em cubos muito pequenos e estufei um pouco.
Acrescentei o azeite dendê e estufei mais um pouco.
De seguida, acrescentei o leite de coco,  o "fumet de camarão" e os amendoins triturados.
No fim acresceitei os camarões descascados, polvilhei com coentros frescos e serviu-se acompanhado de arroz branco.
Não esquecer o acompanhamento final de uma BoA MúsicA BrasileirA.

Lou

julho 18, 2013

A PASTELARIA

Ver  mais em DAzulterrA


A PASTELARIA
Mário Cesariny

Afinal o que importa não é a literatura nem a crítica de arte nem a câmara escura 

Afinal o que
importa não é bem o negócio
nem o ter dinheiro ao lado de ter horas de ócio 

Afinal o que
importa não é ser novo e galante
- ele há tanta maneira de compor uma estante 

Afinal o que
importa é não ter medo: fechar os olhos frente ao precipício
e cair verticalmente no vício
Não
é verdade rapaz? E amanhã há bola
antes de haver cinema madame blanche e parola 

Que afinal
o que importa não é haver gente com fome
porque assim como assim ainda há muita gente que come 

Que afinal
o que importa é não ter medo
de chamar o gerente e dizer muito alto ao pé de muita gente:
Gerente! Este leite está azedo! 

Que afinal
o que importa é pôr ao alto a gola do peludo
à saída da pastelaria, e lá fora – ah, lá fora!
– rir de tudo
No riso admirável
de quem sabe e gosta
ter lavados e muitos dentes brancos à mostra 


Exposição Real-Surreal 


Lou

julho 10, 2013

O PATO...QUIM QUIM QUIM





Magret de Pato

Por incrível que pareça nunca tinha feito este prato muito simples e muito bom.
Em vez de comprar os peitos de pato, a senhora do talho aconselhou-me a comprar o pato todo, que saía mais barato e ainda podia aproveitar o resto para fazer um arroz de pato, e foi o que fiz.

Chegada a casa, congelei o restante pato e tratei assim os magrets.

Ingredientes
  • 2 magrets de pato
  • sumo de 1 laranja grande
  • sal e pimenta
  • azeite
  • 1 c sobremesa açúcar
  • 1 c sobremesa mel
Dei uns golpes em cruz na pele, temperei o pato com o sumo de laranja, sal e pimenta e deixei assim durante a tarde. Não esquecer não deitar fora o líquido da marinada.
À hora do jantar, aqueci o azeite, retirei o pato da marinada e tostei 5 min de cada lado, primeiro do lado da pele de modo a que ficasse crocante e vertesse alguma gordura para a frigideira. 

Para quem gostar da carne em sangue, o pato está cozinhado. Mas para mim, não!

Tendo aquecido previamente o forno a 160º, retirei o pato da frigideira e coloquei-o num pyrex com uma borrifadela de azeite para não pegar com a pele virada para cima durante uns 20 min ou até o pato já estar com uma cor menos avermelhada.

Mal o pato estava pronto, retirei do forno e cobri com uma folha de alumínio num local quente, para a carne descansar 5 min antes de se cortar.

Enquanto isto, juntei a marinada, o mel e o açúcar aos sucos de gordura da frigideira, deixei levantar fervura e, mal o pato estava pronto, cortei-o em fatias, coloquei nos pratos e verti o molho por cima.

Acompanhei com arroz branco solto e umas rodelas de laranja.

A maria que nunca tinha comido, adorou!

Receita a repetir, embora eu duvide que volte a fazer a mesma. Não gosto de repetições e há outras formas de fazer o magret que quero ainda experimentar!

Ana

julho 08, 2013

BOLA NOVA


Caricatura do Arqº Carlos Worm
 Está calor, apetece ir à praia da Costa da Caparica e comer um dos bolos na praia como os do "BOLA NOVA" dos meados do séc XX.

Lou

junho 27, 2013

NA COZINHA DE TC+ZPC=1



CASA Z, E-1O27, M52, são casas de Criativos, aonde impera o Design, a criatividade e o Bom Gosto.


TC+ZPC=1, é a casa à qual  eu resolvi designar por este nome, por ter as características das outras, além de ser de 2 almas gémeas representadas pela escultura do ZPC de 2 árvores que se interlaçam numa árvore única.
Não gosto de Fazer Nada!
Adoro séries da TV. Já viram a "Era uma vez?"
Agora ando no Espanhol!

Para quem Não Gosta de fazer Nada e estender-se no Sofá, a sua criatividade trabalha por ele.
E foi assim que um dia...


"Sabem o que aconteceu no outro dia?
Comecei a fazer a mousse de chocolate da Bimby, com o que tinha no frigorífico  e não é que no fim reparei que só tinha aproveitado umas claras e que não tinha colocado gemas, e que ficou Deliciosa!"


Esta é a interpretação da sua receita, que por lapso ficou sem gemas e Ótima

Mousse de Chocolate ZPC
  • 200 gr de chocolate com 70% cacau (100gr LINDT)
  • 100 gr manteiga
  • 100 gr açúcar branco
  • 4 claras
Montam-se as claras em castelo.
Adiciona-se o açúcar, bate-se um pouco e reserva-se.
Junta-se o chocolate liquido derretido com a manteiga no micro-ondas ás claras em castelo e envolve-se suavemente de modo a não tirar o ar das claras.
Vai ao frigorífico até ao momento de servir.
Serve-se acompanhado de cerejas e de compota de cerejas, visto ser "Temp de Cerises"
Lou.

junho 23, 2013

COM UM TOQUE DE FRESCURA

Bavaroise de pêssego e iogurte
Há dias de calor em que apetece um doce rápido e fresco.
Abre-se o frigorífico, vê-se uns iogurtes gregos açucarados, na despensa uma lata de pêssegos em calda trazida ao engano a pensar que era de manga e umas folhas de gelatina...eis uma sobremesa pouco calórica, com a frescura da fruta acidulada com vidrado de limão a lembrar as bavaroises.

Ingredientes

  • 1 lata de pêsssego em calda das grandes
  • 4 iogurtes gregos açucarados
  • 10 folhas pequenas de gelatina transparente 
  • Vidrado de limão qb


Preparação

Coloca-se a gelatina partida aos bocados coberta de águafria até amolecer.
Junta-se mais um pouco de água e leva-se ao microondas 1 s até dissolver.
Reserva-se até arrefecer um pouco.
Num copo misturador junta-se os iogurtes, a polpa e a gelatina já derretida.
Tritura-se tudo.
Junta-se meia polpa de pêssego partida em pequenos bocados e o vidrado de limão.
Vai ao frigorífico até solidificar.
Decora-se com umas tiras de manga e cerejas.

Lou

junho 05, 2013

DE PARIS COM AMOR


Mamã de onde vêm os bebés?
         De Paris, numa cegonha, meu amor!

Era assim que antigamente se respondia aos mais pequenos à pergunta da origem dos bebés.

Mas de Paris ou de outra parte do Mundo, o que gostamos mesmo que nos tragam são produtos gastronómicos.
Partir através dos sabores para outras paragens

Numa mala de porão num avião, escondidas entre roupas e acessórios, vieram umas Conquille St Jacques, mais conhecidas entre nós por Vieiras, fresquíssimas, devoradas no dia seguinte, como presente de amor.

Mamã de onde vieram estas conchas?
De Paris, de avião, meu amor!


Conquillhe St Jacques Gratinadas
  • Conquillhe St Jacques
  • Manteiga qb
  • Farinha qb
  • Sal marinho qb
  • Mostarda de Dijon qb
  • Sumo de limão qb
  • Pimenta preta moída a gosto
Abrem-se as conchas e retira-se todo o interior. Numa frigideira anti-aderente, coloca-se manteiga, aquece-se até derreter e doura-se ligeiramente as vieiras. Tempera-se com sal, pimenta e mostarda. Reserva-se.
Entretanto faz-se um molho branco, um pouco espesso, no qual se acrescentou o líquido de dourar as vieiras. Tempera-se de sal, sumo de limão, mostarda e pimenta a gosto, não muito temperado, de modo a sentir-se a frescura a mar.
Monta-se  então o prato. Divide-se as vieiras pelas conchas e enche-se com o molho branco.
Rala-se um pouco de queijo a gosto por cima e vai ao forno a gratinar a 200º.

Servem-se acompanhadas de uma boa salada verde, num dia fresco de Verão ao som d´une  chanson française.

Lou

junho 03, 2013

SOPA DE PEIXE-GALO


Sopa de peixe-galo

Mais uma vez fui ao meu programa preferido do sábado de manhã: ir às compras ao mercado de Alvalade! 
Depois de ter cuscado as várias bancas de peixe, decidi-me por umas sardinhas (as primeiras do ano), uma mão cheia de camarão fresco só para uma entradita e um peixe-galo para fazer em filetes. Logo a peixeira me avisou que ia dar para pouco e ia sair caro, dado que o bichinho tem uma grande cabeça...que era melhor para fritar em postas, que rendia mais... mesmo assim disse que queria e pedi que me arranjasse em filetes!
Fiquei então com dois lombos, uma cabeça e uma espinha de peixe por 18€. Ufa! ia ter que render bem aquele peixinho!
Cheguei a casa e comecei a preparar os camarões.
Pus uma panela com água com bastante sal a ferver, deitei para lá os camarões e deixei cozinhar em fervura baixa por uns 2/3 minutos.
Tendo pré-preparada uma tijela com cubos de gelo e meio limão, salvei os camarões da água e mergulhei-os na água gelada para não ficarem moles. guardei a aguinha de cozer já a pensar na minha sopa de peixe.

Atirei-me então ao peixe-galo.
Reservei os filetes de peixe, peguei na cabeça e na espinha e introduzi na água de cozer os camarões (aproximadamente 2 l), só com uns grãos de pimenta, dado que a água já estava salgada.
Deixei cozer por uns 10 min e apaguei o lume.

Entretanto fiz um refogado com uma cebola roxa muito bem picadinha, um ramo de salsa, umas 3 c sopa de azeite e 2 alhos esmagados. Deixei cozer a cebola em lume baixinho e em tacho tapado por uns minutos e depois juntei dois tomates pelados e em cubinhos, uma folha de louro, a água de cozer o peixe (passei-a primeiro por um passador para ir mais limpinha) e um copo de vinho branco (usei o que ia beber, um JP).

Ficou assim a apurar e a reduzir durante uma meia hora, durante a qual retirei o pouco da carne que a cabeça do peixe tinha e cozi umas massinhas à parte para juntar no final.
Deixei arrefecer, passei tudo pelo mix, juntei as massinhas e o peixe (pouco), e servi salpicado com um pouco de salsa fresca.

Que bem que me soube acompanhada de uma fatia de pão alentejano torrado!

Ana

maio 31, 2013

À MESA COM ZUMTHOR


A Cozinha de Peter Zumthor
Há cozinhas que nos inspiram e a da Casa Z do arquiteto Peter Zumthor, na pequena vila de  Haldenstein  perto de Coira nos Alpes Suiços, tem a Atmosfera perfeita, como se estivéssemos no meio da natureza e nada nos separasse dela e pudéssemos acompanhar os ciclos das estações com as suas variantes de cor.

Que cozinhar nela? Que prato para Peter?

Seguindo a sua sensibilidade arquitetónica, da pureza das linhas, da sensibilidade aos materiais e à luz, à Atmosfera do lugar…

Apreciador de ténis, charutos jazz e margaritas…
Talvez preparar algo ligeiro para ser degustado no seu escritório em Haldenstein, que funciona ao lado da sua casa. Ler mais em..

E depois ouvir o concerto de Jazz nas Termas de Vals (projeto da sua autoria) do compositor e trompetista de Jazz Martin Dahanukar e do seu quarteto e sentirmo-nos transportados para aquela Atmosfera mágica. Ler mais em…

Imagem via Pinterest
Trifle de Sanduiche

Ingredientes
  • Pão em baguete
  • Fatias finas de queijo suíço Gruyère
  • Rúcula
  • Fatias finas de salpicão de porco preto
Preparação

O trifle geralmente é em bolo e em camadas sobrepostas mas, pesquisando no mundo virtual da Net, encontrei esta imagem, sim, desta vez não cozinhei..mas achei que esta sanduíche feita com o queijo nacional, o Gruyère e com um salpicão de preferência comprado numa das muitas lojas de emigrantes portugueses na Suiça e embrulhada em papel reciclado...



Poderia acompanhar uma Marguerita e um charuto embalado pelo som de Jazz num intervalo para almoço no escritório de Peter Zumthor.


Enquanto eu recostada em almofadas me deleito a ler o seu livro...ATMOSFERAS e a comer também umas das trifles sanduíches.

Lou

maio 30, 2013

TRIFFLE DE VALE DE MACEIRA



Triffle de pêssegos

Adoro triffles, ou melhor dizendo esta espécie de bolo em várias camadas, muito fácil de fazer e que resulta na consistência leve de uma sobremesa.
Fazia-o deste modo a Leia, senhora que trabalhava na casa do meu amigo DJ.
Lembro-me de o comer às tantas da manhã - depois de uma noite de matraquilhos e música no Solar da Paz -, na mesa da cozinha, em conversa demorada e lenta, acompanhada do cheiro dos pêssegos do pomar da casa e do despertar preguiçoso do sol.

Ingredientes
  • Leite de creme
  • 1 Pão de ló 
  • Pêssegos sumarentos
  • licor de pêssego caseiro 
Montagem
Numa tijela de vidro (fica mais bonito) colocam-se, em camadas e por esta ordem:
pão de ló em fatias muito fininhas a cobrir o fundo
pinceladas de licor de pêssego no pão-de-ló
leite de creme suficiente para cobrir o bolo
e por fim uma camada de pêssegos em gomos finos.
Esta operação repete-se várias vezes até chegar ao cimo da taça. A última camada deve ser de pêssegos e pode ser novamente pincelada mas com um pouco de compota de pêssego diluída em água.
Vai ao frigorífico para esfriar e é melhor comido no dia seguinte para que os sabores se fundam.
Deve congelar-se o pão de ló primeiro para que se consiga cortar em fatias finas.

A Leia fazia esta receita com os pêssegos da quinta e sem o licor!

Repeti a receita recentemente, fazendo-a a preceito com leite de creme e o pão de ló feitos em casa. 
Introduzi o licor que lhe dá alguma profundidade.
Para quem provou, achou muito bom e estava de facto bom, mas, para mim, o sabor mudou irremediavelmente. É outro bolo! É escusado voltarmos às memórias do passado.

Ana

maio 27, 2013

O OVO OU A GALINHA

Design with Food by EIGA
Quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha?
A eterna dúvida. Do que não há dúvida é que os ovos são uma refeição de emergência, quando não há mais nada no frigorífico ou no congelador; uns ovos mexidos, estrelados, escalfados ou em omelete são sempre um ótimo recurso de última hora e um conforto.

Ovos mexidos com toque de caril
  • 2 ovos/ pessoa ( de preferência biológicos)
  • 1 colher de leite/ ovo
  • Flor de sal qb
  • Pó de caril qb
  • Azeite qb
Bater os ovos ligeiramente com o leite e o pó de caril.
Aquecer o azeite numa frigideira anti-aderente.
Acrescentar os ovos e ir sempre mexendo com um garfo de madeira, até à consistência desejada.
No fim, acrescentar umas pedrinhas de flor de sal.

Lou

maio 26, 2013

TARTE TATIN DE BANANA



Tarte tatin de banana

É verdade, aqui vai mais uma receita para aproveitamento de bananas muito maduras. É a terceira e esta tarte é muito rica em sabor e ingredientes e para quem gosta de doces mesmo doces. 
Não é conventual, mas as freiras não lhe virariam as costas!

Ingredientes
  • 2 bananas muito maduras
  • açúcar amarelo para cobrir o fundo da tarteira
  • 185 gr de manteiga sem sal
  • 3 ovos
  • 1 c sopa de mel 
  • 1 chávena de amêndoa sem pele e moída na hora
  • 1/3 de chávena de farinha com fermento
Depois de ter aquecido o forno a 180º,  barrei uma forma de 23 cm com fundo falso, recortei um círculo de papel vegetal, cobri o fundo e voltei a barrar a base.
Cobri o fundo com uma camada leve de açúcar amarelo, recortei rodelas de banana com 0,5 cm de espessura e forrei o fundo. Se se colocar as rodelas certinhas fica mais bonito, dado que a base é o que vai ficar por cima no final.
Bati então a manteiga com o açúcar, juntei os ovos um a um, o mel, continuei a bater e no fim envolvi as duas farinhas (a de amêndoa e a de trigo).
No meu forno ficou 30 min mas pode levar um pouco mais.
Deixei primeiro arrefecer, virei, retirei o papel e servi com uma colher de gelado de nata.

A receita original da Mafalda Pinto Leite, tem algumas diferenças, referindo farinha de arroz em vez de farinha de trigo, enre outras. É melhor para quem é alérgico ao glúten ou para crianças, dado que é mais digestiva. Como não tinha, usei a de trigo e resultou bem. Fiquei cheia de vontade de a fazer com pêra.

Ana.

TARTE FRANGIPANE






Tarte de amêndoa e morangos 

O Mattew (Matt) Moran é um chef australiano dono do conhecido Aria entre outros, em Sydney.

Continuando com o tema dos morangos, aventurei-me a fazer a sua tarte frangipane, tendo só colocado morangos em substituição dos variados frutos silvestres (era o que tinha em casa, para além do elevado preço que custam os frutos silvestres em Portugal).

Frangipane é um creme  feito com ovos e amêndoas e manteiga, utilizado em múltiplos recheios.

Ingredientes
Massa quebrada
  • 375 farinha sem fermento
  • 50 gr de açúcar em pó
  • 200 gr de manteiga sem sal
  • 1 ovo biológico
Frangipane
  • 125 gr manteiga partida em cubinhos
  • 125 gr de açúcar em pó
  • 2 ovos
  • 1 gema de ovo
  • 125 gr de farinha de amêndoa
  • 25 ml de rum
Pré-aqueci o forno a 180º e barrei e enfarinhei uma forma de fundo falso de 18 cm de diâmetro.

Para a massa, ou se mistura tudo menos o ovo num food processor (que eu não tenho e quero muito ter!), ou à mão, rapidamente, até obter uma consistência de migalhas de pão. No fim, junta-se o ovo e volta-se a misturar (ou a carregar no botão da máquina) até obter uma bola de massa. Deixa-se então descansar no frigorífico durante 1 hora embrulhada em film.

Comecei então a tratar do recheio de amêndoa.
Bati a manteiga com a açúcar até se apresentar uma mistura branca e macia. Juntei os ovos e a gema de ovo um a um, a farinha de amêndoa e por fim o rum.
Retirei então a massa da base do frigorífico, estendi e forrei uma tarteira. Pincelei esta base com um pouco da compota que tinha já preparada e verti o frangipane.

Coloquei os moranguitos com cuidado, pressionando um pouco no frangipane - tentei escolher os de dimensões semelhantes  - e foi ao forno durante  durante 30 min até obter uma superfície dourada. Os morangos afundam praticamente no frangipane.

Fica muito melhor depois de fria. Pincela-se com a compota de morango e serve-se acompanhada de mais morangos ou frutos silvestres frescos e uma bola de natas batidas.

Eu adoro massapão e a tarte fica com um travo a amêndoa fantástico.

Muito boa!

Ana