novembro 03, 2012

A ROMANZEIRA

A apanha das romãs




Antes da Romã..as flores

Desde a Flor em Maio até à Colheita das Romãs em Outubro a Romanzeira evolui com toda a sua beleza salpicada de tons laranja.

Xaropes e Licores estão prontos a iniciar, para beber todo o ano.

Lou

novembro 01, 2012

BIFES DE ATUM COM CARDAMOMO

Atum Fresco


Bifes de Atum com Cardamomo

Têm que vir comer o Bife de Atum com cardamomo!

Sei lá porquê, mas bife de atum não nos apetecia, parecia que não era carne nem peixe.

Com tanta insistência lá fomos a casa dos Armandos comer o tão falado bife. Esta receita, ou uma semelhante, é a que os meus amigos costumam comer no Verão em Lagos no restaurante A Comidinha, um restaurante a visitar, com uma cozinha tradicional e um dono a conhecer, pelas suas caraterísticas especiais.

Vivendo perto de Setúbal, o sábado de manhã do A. é dedicado às compras no mercado, de onde vieram estes bifes frescos, suculentos e com uma carne bem vermelha.

Depois de ver todo o processo de confecção e de nos deliciarmos, mudámos de opinião e….

 Amo estes Bifes de Atum!

  • 1 bife de atum por pessoa com 1 ½ dedo no mínimo
  • Flor de sal
  • Sumo de lima
  • Sementes de cardamomo


Temperam-se os bifes com flor de sal e sumo de lima, no mínimo 1h.

Num almofariz moem-se as sementes de cardamomo grosseiramente.

Aquece-se bem a chapa eléctrica ou uma chapa para grelhar no fogão a gás.

Grelham-se os bifes apenas para tostar por fora e deixar a carne rosada no interior, ou seja cerca de 2m de cada lado.

Depois dos bifes grelhados, empratam-se e colocam-se as sementes por cima.

Acompanha com uma salada à escolha.

Bom apetite!

Lou  

LICOR DE ROMÃ

Licor de Romã

 “Os licores nasceram em França,  durante o último período do reinado de Luís XIV. Conta Brillant-Savarin,  na sua famosa  FISIOLOGIA DO GOSTO,  que aquele monarca sofria às vezes de fraqueza e dessa dificuldade de viver,  que amiúde se manifesta depois dos sessenta anos. Para lhe darem bebidas estimulantes – a que segundo o dizer da época chamavam poções cordiais-,  se misturavam aguardente e açúcar com essências aromáticas.
Daí nasceu a arte do licorista.
                                                   in O Livro de Pantagruel, de Bertha –Rosa Limpo
De frutos, flores ou ervas aromáticas cada um pode criar o seu , ao seu paladar.
Tangerina,  Limão, Romã, Amora, Tamarilho, Poejo…..
Adoçam o final das refeições com os amigos, simples ou com uma pedra de gelo.
  • 1L de Xarope de romã
  • ½ L de aguardente
  • ½ L de água fervida fria
Mistura-se tudo e deitam-se em garrafas previamente lavadas com água a ferver.
Agita-se bem e está pronto a consumir.

E a oferecer aos amigos..


Lou

outubro 28, 2012

QUE BOM, PATANISCAS


  
Pataniscas de bacalhau
É o que se houve em casa quando há pataniscas.
Bacalhau cozido com todos num dia, e no outro as sobras para pataniscas.
É sempre assim, as pataniscas são feitas com o bacalhau que sobrou.
As genuínas são com o bacalhau cru, mas eu prefiro assim.
                         E com pouco, se faz muito!
  • 1 posta de bacalhau cru ou cozido
  • 2 ovos
  • 1 cebola pequena
  • 1 dente de alho
  • 1 CS farinha
  • água fria
  • salsa 
  • sal qb
  • pimenta qb
  • noz moscada qb
Desfia-se bem o bacalhau.
Faz-se o polme com a farinha, â qual se acrescenta a salsa, o alho e a cebola bem picadinha e a água bem fria até formar um pasta homógenea.
Junta-se o bacalhau e tempera-se com noz moscada, pimenta e uma pedrinha de sal.
Numa frigideira larga coloca-se óleo e aquece-se bem.
Vão-se deitando colheradas do polme e espalmando.
Frita bem de um lado e do outro.
Escorre-se bem em papel de cozinha.
Lou

outubro 27, 2012

DOCE DE ABÓBORA




                                                                           O Melhor doce de Abóbora
O melhor doce de Abóbora é o da Margarida R.S.
 Artista na pintura e na cozinha. 
Ligeiramente ácido da raspa da laranja e com um toque de canela.
Perfeito!
Lou

outubro 26, 2012

ABÓBORA NO FORNO



                                                                 Abóbora no forno
Este é o mês delas.
  • tiras ou quadrados de abóbora
  • sal
  • pimenta
  • alecrim
  • azeite
Tempera-se a abóbora com todos o ingredientes e leva-se ao forno a 180º até dourar.
Acompanha pratos de carne.
Lou

outubro 23, 2012

SOPINHA EVERYDAY


Creme de Abóbora com Hortelã

Um dia quando uma grande amiga teve que tomar uma grande decisão na sua vida sobre uma opção profissional dificil, eu disse-lhe “Olha, toma lá essa decisão, porque a sopa nunca te vai faltar!”. Ela nunca mais esqueceu esta história.
Hoje, perante todas as medidas que os que decidem por nós tomaram sobre as nossas vidas nos próximos tempos, eu lembrei-me da história da sopa e continuo a dizer e a pensar: A sopa nunca irá faltar .
O toque final no creme, da hortelã foi sugerido pela J. e marca a diferença. 
  • 1 Lt de água
  • 2 batatas grandes
  • 1 cebola ou 1 alho francês
  • 1 dente de alho
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • 250 gr abóbora
  • sal
  • hortelã
Partem-se os legumes todos em pequenos bocados.
Entretanto tenho água a ferver na chaleira eléctrica e cubro os legumes com a água quente, que cozem cerca de 20m.
Depois de cozidos, junta-se o sal, o azeite e umas folhas de hortelã.
Tritura-se emulsionando e vai-se acrescentando mais água fervida até à consistência desejada.
Serve-se com uma folha de hortelã.
Lou

outubro 22, 2012

SEGREDO, SEGREDO, SÓ SE FOR..


Bacalhau com massa e feijão

Durante os trabalhos de feitura dos moldes das pegadas que antecederam a abertura dos túneis de Carenque, íamos almoçar num muito modesto establecimento da zona, meio-café, meio restaurante , onde se comia um saboroso bacalhau com massa de cotovelo e feijão-frade,….Simples e bom, este prato popular no tempo barato do “fiel amigo”ficou associado ao estudo e à luta pela salvaguarda da importante jazida com pegadas de dinossário do Pego Longo….
O dono da casa estava ao balcão e servia às mesas e a mulher, que cozinhava, dava-lhe uma ajuda, trazendo ela mesma as travessas aos clientes com os quais gostava de tagarelar, quebrando assim a solidão da cozinha escura ao fundo da sala.
Que coisa boa – achei por bem elogiá-la, dirigindo-me ao marido, a servir-me café- Parabéns à cozinheira. Uma delicia este bacalhau.
Não tinha ainda terminado a bica, francamente má, diga-se, já a dona Aurora ali estava à minha frente, limpando as mãos ao avental.
-   Quer dizer que gostaram?
-   Muito mesmo. Parabéns. Tem é de me dizer o segredo.
- Não tem segredo nenhum - garantiu, feliz -, faço um esturgido bem temperado com azeite, muita cebola, alho, louro, pimentão doce uns cravinhos e duas malaguetas. Às vezes ponho tomate,  outras vezes não. Hoje não pus, gosto mais dele assim.  A seguir, meto-lhe o bacalhau já sem as espinhas maiores e cortadas aos bocados. Não lhe tiro a pele que aí é que está o gosto. Deito-lhe o feijão, que já tinha cozido à parte, e no fim a massa. Depois é só ter cuidado para não deixar secar. Vou vendo e deito umas lagriminhas da água de cozer o feijão e pronto.
Segredo, segredo …só se for…
-Só se for o gosto com que mexo em tudo o que é da cozinha.
Lou


outubro 16, 2012

CASTANHA ASSADA


                                               Vendedor Ambulante de Castanha Assada, Lisboa 1948
                                               Créditos Pozal, Fernando Martinez, 1899-1971


                                                        Vendedor Ambulante de Castanha Assada, Lisboa 1907
                                                        Créditos Benoliel, Joshua 1873-1932
                                                      in Arquivo Fotográfico de Lisboa
Lou

outubro 14, 2012

MARMELADA CASEIRA


Marmelada

Segui uma receita de marmelada da Maria de Lourdes Modesto intitulada Marmelada Vermelha à Minha Moda.
A minha vermelha não ficou, até é bem amarelinha, mas garanto que é muito boa. O vermelho talvez também venha do ponto de açúcar, assoprado forte, o meu não chegou a tanto!
Assim, comprei 5 marmelos de pele lisinha, lavei-os e escovei-os bem para retirar a penugem e coloquei em lume baixo com 3 copos de água, a cozer durante uns bons três quartos de hora.
Depois de verificar que estavam bem cozidos e macios, descasquei-os, retirei o coração, passei pelo passe-vite e pesei o puré de marmelo.
Coloquei o mesmo peso de açúcar junto com a água de cozer os marmelos (depois de coada numa mousseline fina) ao lume até atingir os 115ºC. De seguida juntei o puré de marmelo e deixei ao lume, mexendo ocasionalmente até fazer ponto de estrada – mais ou menos 15 min ou, ao passar a colher de pau, o doce forma uma estrada num fundo.
Deitei em tacinhas de barro, recortei umas rodelas de papel vegetal que embebi em Turkish Raki - uma espécie de aguardente turca anisada que tinha lá em casa à falta de aguardente portuguesa -, e vedei o doce. Dá para 9 taças daquelas que se compram para fazer tigeladas.
A receita diz para esperarmos 2 meses antes de consumir, mas a Maria provou logo e não quis esperar.
Já  só há 8 taças!
Vou guardar algumas para a Pipinha, quando vier no Natal!
  • 1kl marmelos depois de cozidos e desfeitos em puré
  • 1kl açúcar
  • 2,5 dl água de cozer os marmelos
Ana

outubro 08, 2012

SALADA DE OUTONO





Salada de Marmelos Asssados

Estando no Outono e chegando a época dos marmelos, decidi experimentar uma receita diferente da habitual e trabalhosa marmelada.

Após alguma pesquisa, descobri estes marmelos assados do Nigel Slater, decerto influenciada pela minha filha F.

Ingredientes


  • 4 marmelos
  • 4 c sopa cheias de açúcar
  • 4 c. sopa maple syrup, mel ou caramelo (eu fiz  um caramelo leve com 1 chávena de açúcar e 4 c. sopa de água)
  • 4 cravinhos
  • 2 estrelas de anis (como não tinha as estrelinhas, substitui por 1 c. chá de erva-doce)
  • ½ limão
  • 500 ml água


Para a versão salada: 2 pacotes de rúcula, ½ chávena de cajus torrados sem sal, azeitonas pretas ou uvas pretas, 1 queijo de cabra, azeite e sumo de limão).

Comecei pela tarefa mais ingrata de pelar, descaroçar e cortar em metades os marmelos, deitando uns bons pingos de sumo de limão por cima para não oxidarem e escurecerem.

Levei a água com o açúcar a ferver ao lume, acompanhada do cravinho e da erva-doce para aromatizar e submergi-os no xarope de açúcar, deixando a cozer até estarem tenros, aproximadamente 25 minutos.

Liguei o forno a 180º, coloquei os marmelos num pyrex juntamente com 150 ml do xarope e os aromatizantes e verti o caramelo por cima.

Assaram durante 30 minutos - dependendo do forno, devem assar até ficarem macios. Deixei arrefecer e cortei-os em fatias finas.

Preparei uma vinagreta com 3 c. sopa azeite e 1 c. sopa sumo de limão, 1 c. chá do molho de assar os marmelos. Aqueci um pouco de queijo de cabra e procedi à montagem da minha salada.

Numa tijela coloquei uma boa porção de rúcula (a não selvagem que é menos agressiva), deitei por cima o queijo de cabra quente em pedacinhos e as fatias de marmelos. Envolvi na vinagreta e salpiquei a salada com os cajus e as azeitonas (com uvas pretas também fica bem). Gostei muito do contraste entre as várias texturas e temperaturas aliadas ao sabor agri-doce,

Curiosamente, ficam muito pouco doces. Esta receita de marmelos assados (sem os ingredientes da salada) também pode servir como sobremesa e, caso sejam muito gulosos, podem servir em pratos individuais, cobertos com uma colher de natas batidas com açúcar e salpicados com cajus, nozes, pistachios ou pinhões torrados, por exemplo. Eu comi-os ao pequeno-almoço salpicados de amêndoas torradas e canela.

Ficam também muito bons se acompanham uma carne assada, de preferência gamão, como aconselha o N. Slater; neste caso, misturando o molho reduzido com o suco de fritar a carne.

Ana

outubro 02, 2012

VERÃO DE OUTONO

Mousse de limão

Uma sobremesa para um dia quente com um sabor ligeiramente amargo… a limão.


  • 2 limões médios em sumo
  • 1 lata leite condensado
  • 1 pacote de natas
  • 5 bolachas maria raladas
  • 3 folhas de gelatina


Junta-se o sumo dos limões, o leite condensado, as natas e a gelatina demolhada e bate-se numa batedeira durante 1m à velocidade máxima.

Coloca-se numa taça e no fim cobre-se com a bolacha ralada e umas raspas da casca de limão.

Vai o frigorifico até atingir consistência.

Lou

MINHA AMORA VERDE



Doce de Amoras

Moledo é sinónimo de várias actividades interessantes, entre elas apanhar amoras para o doce dos pequenos almoços dos 15 dias que aqui passamos.
No ano anterior, tínhamos descoberto um terreno público com um muro coberto de amoras. Quando lá chegámos este ano, o muro já não existia e sobravam poucas bagas e pequeninas.
Mesmo assim, eu e as minhas ajudantes Maria e Leonor, conseguimos uma boa porção e muitas picadelas de mãos e pernas.
 Com os dedos roxos e a Leonor a achar (e bem) que tal actividade tinha merecido levarmos tennis e calças em vez de calções e havaianas, fomos para casa, tentando não as comer todas pelo caminho.
O doce foi feito de forma muito simples, mas a frescura das amoras torna-o sempre numa sobremesa típica das férias no Minho quer sobre tostas, quer misturado com um bom iogurte grego.
Pedida uma balança à vizinha, pesaram-se 600 gr de amoras e 500 gr de açúcar; juntou-se o sumo de 1 limão  e foi ao lume durante  aproximadamente  15 minutos após ter levantado fervura.
O ano passado ainda chegou a Lisboa, mas este ano desapareceu numa semana.
Ana

MEXILHÕES,PERCEBES E VINHO TINTO

Mexilhões à Marinheira

Ainda de férias no Minho decidi ir apanhar uns mexilhões para um petisco à tarde. A hora da maré vaza era às 12:30h, o que, pelo que me foi dito pelo banheiro, é o nível mais baixo que o mar atinge nesta altura do ano. Em Setembro  seria melhor mas enfim, agora é que cá estou! Como sabíamos que íamos encontrar também percebes, a Maria e a Leonor foram no dia anterior a uma loja de pesca em Caminha comprar uma espátula para os arrancar melhor às rochas.

Depois de um pequeno almoço ao meio-dia com pão quentinho e doce de amoras fait à maison no dia anterior, aqui fomos nós para as rochas à esquerda do Forte do Cão na Praia de Gelfa, entre Vila Praia de Âncora e Afife, cada uma armada com um saco e muita vontade.  Após alguns arranhões e umas pisadelas de lesmas do mar pelas meninas (ai mãe, ai tia, que nojo !!!!!), lá  enchemos os sacos  a 1/3 com os ditos mexilhões e percebes.

Eram pequeninos mas nunca duvidei do seu sabor.

Em casa, vinha a tarefa de lhes tirar as barbas, interrompida por um convite para comer amêijoas - as melhores amêijoas de sempre! - e uns croquetes acabados de fazer no Palma.

Retomada a tarefa no dia seguinte, foram os mexilhões finalmente ao barbeiro e à limpeza geral de retirar a terra e as lapas agarradas às cascas, enquanto os percebes já coziam em água temperada com muito sal. Tarefa árdua, já que tivemos mais olhos que barriga e devemos ter apanhado uns 5 kilos de mexilhão.

Enfim, depois de preparados para a festa, foi só cozinhá-los da seguinte forma:


  • Mexilhões

  • 1 kl mexilhões

  • 1 cebola picada

  • 3 dentes de alho picados

  • 1 c sopa de manteiga

  • 2 c sopa de azeite

  • 1 fl louro

  • 1 copo de vinho branco (neste caso foi um Catapereiro)

  • 1 ramo de salsa


Faz-se um refogado com a cebola, os alhos e as gorduras. Depois da cebola estar translúcida, junta-se o louro e o vinho, ficando a ferver baixinho por cinco minutos. No fim, lá vão os mexilhões já ansiosos por participar do festim.

Tapa-se o tacho, agitando-se de quando em vez.

Mal abram, passam-se para uma travessa. O molho fica a reduzir um pouco. Retira-se a salsa, regam-se os mexilhões com o molho e enfeitam-se com gomos de limão.

Percebes

Põem-se num tacho com água e muito sal.

Mal começam a ferver retiram-se para uma travessa. Não devem cozer muito porque ficam emborrachados.

Convidámos a M. e o G., e compusemos a mesa com pão acabado de fazer e um Alvarinho Quinta do Regueiro 2011 Reserva que podia estar mais gelado….

Decerto pela companhia e também pela frescura dos bichinhos -apesar de muito pequeninos-, foi um fim de tarde muito bem passado!

Ainda deu para oferecer uma boa caixa a uns amigos e para abertura do jantar do dia seguinte com muito pão mergulhado no molho.

Ana

OUTUBRO NA HORTA
















                                                                               Outubro na Horta

Apanhar as últimas uvas, colher berigelas, courgetes, amoras, nabiças….
Lou

setembro 28, 2012

BRANCO E NEGRO




Quente e Frio
Quente e Frio ou Branco e Negro é uma sobremesa de Paixão a 2 cores como a que viveram rápidamente Coco Chanel & Igor Stravinsky. Sobremesa rápida que serve para receber os amigos que aparecem em cima da hora.
Conforme a estação acrescenta-se um toque de cor da época. No Outono um toque de romã sobre molho de chocolate quente.
  • 1 Gelado de Nata Carte D´Or
  • 1 tablete de chocolate Pantagruel
  • 6 colheres de sopa de leite
  • 6 bolachas Oreo
  • Bagas de Romã
Primeiro coloca-se o chocolate partido numa taça com o leite e vai uns segundos ao micro-ondas a derreter.Mexe-se bem até formar um molho liso e consistente.
A quantidade de leite depende do gosto pessoal, mais liquido ou mais espesso.
Coloca-se o gelado numa travessa e serve-se em cada prato com o molho, a bolacha e a fruta.
Rápido, Simples e Bom.
Lou

setembro 22, 2012

DEPOIS DO VERÃO

Outono
Outono é tempo de regressar a casa, de dias mais curtos e noites mais longas e frescas.Regresso ao conforto das comidas mais quentes, de forno, do tacho…
Lou

Outono

Outono é tempo de regressar a casa, de dias mais curtos e noites mais longas e frescas.Regresso ao conforto das comidas mais quentes, de forno, do tacho…
Lou

setembro 17, 2012

EX LIBRIS


Perdiz Frita

O meu tio era caçador e desde sempre a perdiz fazia parte da comida da época de caça que a minha mãe preparava no Alentejo. Durante muitos anos foi o fornecedor lá de casa.Quando deixou de caçar, eram e são os amigos caçadores cujas mulheres não gostavam de depenar as “ditas” que me enchem o frigorifico e a mesa com as mesmas. Esta receita da minha mãe tão simples quanto a cozinha Alentejana é dedicada à minha amiga J. que durante anos me abasteceu de perdizes e para  quem eu prometi cozinhá-las, mas que nunca as conseguiu comer porque desapareciam antes do tempo.
  • 1 Perdiz do Campo
  • 1 cabeça de alhos
  • 2 colheres sopa de azeite
  • 1 folha de louro
  • Sal
Depena-se a perdiz e corta-se  em pequenos bocados que se temperam com uma pasta de alho (4 dentes) e sal moída no almofariz, ficando a repousar cerca de uma hora.
Numa frigideira alta coloca-se o azeite, o resto dos alhos inteiros e descacados e a folha de louro.
Aquece um pouco e deita-se os bocadinhos de perdiz que se vão voltando e fritando até ficarem tostados e louros .
Gosto de servir este prato com migas de espargos verdes silvestres, como de costume.
Lou