outubro 16, 2012

CASTANHA ASSADA


                                               Vendedor Ambulante de Castanha Assada, Lisboa 1948
                                               Créditos Pozal, Fernando Martinez, 1899-1971


                                                        Vendedor Ambulante de Castanha Assada, Lisboa 1907
                                                        Créditos Benoliel, Joshua 1873-1932
                                                      in Arquivo Fotográfico de Lisboa
Lou

outubro 14, 2012

MARMELADA CASEIRA


Marmelada

Segui uma receita de marmelada da Maria de Lourdes Modesto intitulada Marmelada Vermelha à Minha Moda.
A minha vermelha não ficou, até é bem amarelinha, mas garanto que é muito boa. O vermelho talvez também venha do ponto de açúcar, assoprado forte, o meu não chegou a tanto!
Assim, comprei 5 marmelos de pele lisinha, lavei-os e escovei-os bem para retirar a penugem e coloquei em lume baixo com 3 copos de água, a cozer durante uns bons três quartos de hora.
Depois de verificar que estavam bem cozidos e macios, descasquei-os, retirei o coração, passei pelo passe-vite e pesei o puré de marmelo.
Coloquei o mesmo peso de açúcar junto com a água de cozer os marmelos (depois de coada numa mousseline fina) ao lume até atingir os 115ºC. De seguida juntei o puré de marmelo e deixei ao lume, mexendo ocasionalmente até fazer ponto de estrada – mais ou menos 15 min ou, ao passar a colher de pau, o doce forma uma estrada num fundo.
Deitei em tacinhas de barro, recortei umas rodelas de papel vegetal que embebi em Turkish Raki - uma espécie de aguardente turca anisada que tinha lá em casa à falta de aguardente portuguesa -, e vedei o doce. Dá para 9 taças daquelas que se compram para fazer tigeladas.
A receita diz para esperarmos 2 meses antes de consumir, mas a Maria provou logo e não quis esperar.
Já  só há 8 taças!
Vou guardar algumas para a Pipinha, quando vier no Natal!
  • 1kl marmelos depois de cozidos e desfeitos em puré
  • 1kl açúcar
  • 2,5 dl água de cozer os marmelos
Ana

outubro 08, 2012

SALADA DE OUTONO





Salada de Marmelos Asssados

Estando no Outono e chegando a época dos marmelos, decidi experimentar uma receita diferente da habitual e trabalhosa marmelada.

Após alguma pesquisa, descobri estes marmelos assados do Nigel Slater, decerto influenciada pela minha filha F.

Ingredientes


  • 4 marmelos
  • 4 c sopa cheias de açúcar
  • 4 c. sopa maple syrup, mel ou caramelo (eu fiz  um caramelo leve com 1 chávena de açúcar e 4 c. sopa de água)
  • 4 cravinhos
  • 2 estrelas de anis (como não tinha as estrelinhas, substitui por 1 c. chá de erva-doce)
  • ½ limão
  • 500 ml água


Para a versão salada: 2 pacotes de rúcula, ½ chávena de cajus torrados sem sal, azeitonas pretas ou uvas pretas, 1 queijo de cabra, azeite e sumo de limão).

Comecei pela tarefa mais ingrata de pelar, descaroçar e cortar em metades os marmelos, deitando uns bons pingos de sumo de limão por cima para não oxidarem e escurecerem.

Levei a água com o açúcar a ferver ao lume, acompanhada do cravinho e da erva-doce para aromatizar e submergi-os no xarope de açúcar, deixando a cozer até estarem tenros, aproximadamente 25 minutos.

Liguei o forno a 180º, coloquei os marmelos num pyrex juntamente com 150 ml do xarope e os aromatizantes e verti o caramelo por cima.

Assaram durante 30 minutos - dependendo do forno, devem assar até ficarem macios. Deixei arrefecer e cortei-os em fatias finas.

Preparei uma vinagreta com 3 c. sopa azeite e 1 c. sopa sumo de limão, 1 c. chá do molho de assar os marmelos. Aqueci um pouco de queijo de cabra e procedi à montagem da minha salada.

Numa tijela coloquei uma boa porção de rúcula (a não selvagem que é menos agressiva), deitei por cima o queijo de cabra quente em pedacinhos e as fatias de marmelos. Envolvi na vinagreta e salpiquei a salada com os cajus e as azeitonas (com uvas pretas também fica bem). Gostei muito do contraste entre as várias texturas e temperaturas aliadas ao sabor agri-doce,

Curiosamente, ficam muito pouco doces. Esta receita de marmelos assados (sem os ingredientes da salada) também pode servir como sobremesa e, caso sejam muito gulosos, podem servir em pratos individuais, cobertos com uma colher de natas batidas com açúcar e salpicados com cajus, nozes, pistachios ou pinhões torrados, por exemplo. Eu comi-os ao pequeno-almoço salpicados de amêndoas torradas e canela.

Ficam também muito bons se acompanham uma carne assada, de preferência gamão, como aconselha o N. Slater; neste caso, misturando o molho reduzido com o suco de fritar a carne.

Ana

outubro 02, 2012

VERÃO DE OUTONO

Mousse de limão

Uma sobremesa para um dia quente com um sabor ligeiramente amargo… a limão.


  • 2 limões médios em sumo
  • 1 lata leite condensado
  • 1 pacote de natas
  • 5 bolachas maria raladas
  • 3 folhas de gelatina


Junta-se o sumo dos limões, o leite condensado, as natas e a gelatina demolhada e bate-se numa batedeira durante 1m à velocidade máxima.

Coloca-se numa taça e no fim cobre-se com a bolacha ralada e umas raspas da casca de limão.

Vai o frigorifico até atingir consistência.

Lou

MINHA AMORA VERDE



Doce de Amoras

Moledo é sinónimo de várias actividades interessantes, entre elas apanhar amoras para o doce dos pequenos almoços dos 15 dias que aqui passamos.
No ano anterior, tínhamos descoberto um terreno público com um muro coberto de amoras. Quando lá chegámos este ano, o muro já não existia e sobravam poucas bagas e pequeninas.
Mesmo assim, eu e as minhas ajudantes Maria e Leonor, conseguimos uma boa porção e muitas picadelas de mãos e pernas.
 Com os dedos roxos e a Leonor a achar (e bem) que tal actividade tinha merecido levarmos tennis e calças em vez de calções e havaianas, fomos para casa, tentando não as comer todas pelo caminho.
O doce foi feito de forma muito simples, mas a frescura das amoras torna-o sempre numa sobremesa típica das férias no Minho quer sobre tostas, quer misturado com um bom iogurte grego.
Pedida uma balança à vizinha, pesaram-se 600 gr de amoras e 500 gr de açúcar; juntou-se o sumo de 1 limão  e foi ao lume durante  aproximadamente  15 minutos após ter levantado fervura.
O ano passado ainda chegou a Lisboa, mas este ano desapareceu numa semana.
Ana

MEXILHÕES,PERCEBES E VINHO TINTO

Mexilhões à Marinheira

Ainda de férias no Minho decidi ir apanhar uns mexilhões para um petisco à tarde. A hora da maré vaza era às 12:30h, o que, pelo que me foi dito pelo banheiro, é o nível mais baixo que o mar atinge nesta altura do ano. Em Setembro  seria melhor mas enfim, agora é que cá estou! Como sabíamos que íamos encontrar também percebes, a Maria e a Leonor foram no dia anterior a uma loja de pesca em Caminha comprar uma espátula para os arrancar melhor às rochas.

Depois de um pequeno almoço ao meio-dia com pão quentinho e doce de amoras fait à maison no dia anterior, aqui fomos nós para as rochas à esquerda do Forte do Cão na Praia de Gelfa, entre Vila Praia de Âncora e Afife, cada uma armada com um saco e muita vontade.  Após alguns arranhões e umas pisadelas de lesmas do mar pelas meninas (ai mãe, ai tia, que nojo !!!!!), lá  enchemos os sacos  a 1/3 com os ditos mexilhões e percebes.

Eram pequeninos mas nunca duvidei do seu sabor.

Em casa, vinha a tarefa de lhes tirar as barbas, interrompida por um convite para comer amêijoas - as melhores amêijoas de sempre! - e uns croquetes acabados de fazer no Palma.

Retomada a tarefa no dia seguinte, foram os mexilhões finalmente ao barbeiro e à limpeza geral de retirar a terra e as lapas agarradas às cascas, enquanto os percebes já coziam em água temperada com muito sal. Tarefa árdua, já que tivemos mais olhos que barriga e devemos ter apanhado uns 5 kilos de mexilhão.

Enfim, depois de preparados para a festa, foi só cozinhá-los da seguinte forma:


  • Mexilhões

  • 1 kl mexilhões

  • 1 cebola picada

  • 3 dentes de alho picados

  • 1 c sopa de manteiga

  • 2 c sopa de azeite

  • 1 fl louro

  • 1 copo de vinho branco (neste caso foi um Catapereiro)

  • 1 ramo de salsa


Faz-se um refogado com a cebola, os alhos e as gorduras. Depois da cebola estar translúcida, junta-se o louro e o vinho, ficando a ferver baixinho por cinco minutos. No fim, lá vão os mexilhões já ansiosos por participar do festim.

Tapa-se o tacho, agitando-se de quando em vez.

Mal abram, passam-se para uma travessa. O molho fica a reduzir um pouco. Retira-se a salsa, regam-se os mexilhões com o molho e enfeitam-se com gomos de limão.

Percebes

Põem-se num tacho com água e muito sal.

Mal começam a ferver retiram-se para uma travessa. Não devem cozer muito porque ficam emborrachados.

Convidámos a M. e o G., e compusemos a mesa com pão acabado de fazer e um Alvarinho Quinta do Regueiro 2011 Reserva que podia estar mais gelado….

Decerto pela companhia e também pela frescura dos bichinhos -apesar de muito pequeninos-, foi um fim de tarde muito bem passado!

Ainda deu para oferecer uma boa caixa a uns amigos e para abertura do jantar do dia seguinte com muito pão mergulhado no molho.

Ana

OUTUBRO NA HORTA
















                                                                               Outubro na Horta

Apanhar as últimas uvas, colher berigelas, courgetes, amoras, nabiças….
Lou

setembro 28, 2012

BRANCO E NEGRO




Quente e Frio
Quente e Frio ou Branco e Negro é uma sobremesa de Paixão a 2 cores como a que viveram rápidamente Coco Chanel & Igor Stravinsky. Sobremesa rápida que serve para receber os amigos que aparecem em cima da hora.
Conforme a estação acrescenta-se um toque de cor da época. No Outono um toque de romã sobre molho de chocolate quente.
  • 1 Gelado de Nata Carte D´Or
  • 1 tablete de chocolate Pantagruel
  • 6 colheres de sopa de leite
  • 6 bolachas Oreo
  • Bagas de Romã
Primeiro coloca-se o chocolate partido numa taça com o leite e vai uns segundos ao micro-ondas a derreter.Mexe-se bem até formar um molho liso e consistente.
A quantidade de leite depende do gosto pessoal, mais liquido ou mais espesso.
Coloca-se o gelado numa travessa e serve-se em cada prato com o molho, a bolacha e a fruta.
Rápido, Simples e Bom.
Lou

setembro 22, 2012

DEPOIS DO VERÃO

Outono
Outono é tempo de regressar a casa, de dias mais curtos e noites mais longas e frescas.Regresso ao conforto das comidas mais quentes, de forno, do tacho…
Lou

Outono

Outono é tempo de regressar a casa, de dias mais curtos e noites mais longas e frescas.Regresso ao conforto das comidas mais quentes, de forno, do tacho…
Lou

setembro 17, 2012

EX LIBRIS


Perdiz Frita

O meu tio era caçador e desde sempre a perdiz fazia parte da comida da época de caça que a minha mãe preparava no Alentejo. Durante muitos anos foi o fornecedor lá de casa.Quando deixou de caçar, eram e são os amigos caçadores cujas mulheres não gostavam de depenar as “ditas” que me enchem o frigorifico e a mesa com as mesmas. Esta receita da minha mãe tão simples quanto a cozinha Alentejana é dedicada à minha amiga J. que durante anos me abasteceu de perdizes e para  quem eu prometi cozinhá-las, mas que nunca as conseguiu comer porque desapareciam antes do tempo.
  • 1 Perdiz do Campo
  • 1 cabeça de alhos
  • 2 colheres sopa de azeite
  • 1 folha de louro
  • Sal
Depena-se a perdiz e corta-se  em pequenos bocados que se temperam com uma pasta de alho (4 dentes) e sal moída no almofariz, ficando a repousar cerca de uma hora.
Numa frigideira alta coloca-se o azeite, o resto dos alhos inteiros e descacados e a folha de louro.
Aquece um pouco e deita-se os bocadinhos de perdiz que se vão voltando e fritando até ficarem tostados e louros .
Gosto de servir este prato com migas de espargos verdes silvestres, como de costume.
Lou

setembro 16, 2012

NA BARRICA




Enguias de Barrica

Compradas na Feira de S. Mateus as Enguias da Murtosa, comem-se simplesmente acompanhadas com batata cozida com pele e uma salada.


Um pouco da sua História...

Decorria o ano 1942, quando se fundou esta empresa de conservas com a designação de "Fábrica de conservas da Murtosa, Lda".
Esta empresa familiar surge através de um contacto entre uma sociedade de Estarreja e um agente comercial de Lisboa, que tinha como objectivo exportar barricas de enguias com molho de escabeche para Itália, que nessa altura estava em guerra, nas famosas barricas de madeira artesanalmente fabricadas. 
A sociedade estarrejense contou com a ajuda de duas fritadeiras da Murtosa (mulheres que vendiam enguias em molho de escabeche nas feiras e festas),e conseguiram produzir 2500 barris de enguias. 
O produto teve de tal forma sucesso no estrangeiro que surgiu o desejo de dar continuidade ao projecto, assim a 7 de Novembro de 1942 surge a Comur, que inicia a sua actividade em edificio próprio em 1943, apresentando-se no mercado com as apreciadas barricas de enguias em molho de escabeche.
Ainda hoje, as barricas de enguias tem no interior do país uma grande expressão e são muito apreciadas, existindo mesmo uma rua na Feira de São Mateus em Viseu, baptizada com o nome de "Rua das enguias".

Lou

setembro 15, 2012

setembro 12, 2012

QUANDO FUI REALMENTE FELIZ

Hemingway



Quando fui realmente Feliz?

 ”Quando era muito pobre e vivia em Paris a cheirar as sandes dos amigos”

                                                                                              Hemingway

 Lou

setembro 08, 2012

APIMENTAR A VIDA




Piri Piri

De vez em quando há que Apimentar a Vida…
Adoro picante!

Começámos por fazer em casa, depois sempre que descobria um Africano, como o da Ana do refeitório, delicioso que ela cozinhava e vendia por encomenda, eu comprava.
Depois, chegou a fase da encomenda a amigos da TAP, que compravam a cozinheiros dos hóteis em Luanda ou Maputo.
E por último no Verão passado, em Cabanas de Tavira amigos ensinaram-me a
             Comer o picante da maneira mais natural simples e fresca
Compra-se ou oferecem-nos um vaso com piri-piri (como o da foto que veio do Algarve ) e quanto mais pequenos melhor.
Na altura de acompanhar a carne ou outro prato, corta-se do vaso, lava-se e vai-se cortando lentamente e envolvendo nele a comida.
          Simplesmente…
        PICANTE!
PS-A paixão por picante do Z. e da P. é tanta que ofereceram à Noélia do Nóelia e Jerónimo um vaso para quando lá vão o piri-piri estar sempre fresco.
Lou

setembro 07, 2012

DIZ-ME O QUE COMES

                                                                                                                                                              Lou

setembro 05, 2012

CANJA DE AMÊIJOAS

Canja de Ameijoas
Surpreendermo-nos com as coisas mais simples, numa época em que se tem acesso a tudo de um modo rápido, não é fácil.
Amêijoas, coentros, alhos vendem-se todos os dias a toda a hora durante todo o ano nas grandes superfícies.
Então como é que um prato com elementos tão simples nos consegue SURPREENDER! Mesmo depois de irmos com a espectativa alta.
Foi este sol que continua a brilhar que me fez recordar o Verão passado em Cabanas de Tavira, no Algarve e o jantar inesquecível na Noélia e Jerónimo levados por amigos, já clientes habitués.
As amêijoas tinham o sabor fresco do mar e os coentros o cheiro e o sabor do sol do Sul.
Foi este sabor que tentei recrear, com amêijoas e coentros do Mercado da Charneca da Caparica.
1/2 Kg Amêijoas
Coentros
Alhos (4 dentes)
Azeite
Arroz (1 copo médio)
Num tacho coloque o azeite, os alhos e os coentros, primeiro pisados no almofariz para libertarem os aromas.
De seguida junte água (3 vezes o volume de arroz) e deixe ferver.
Deite o arroz a cozer 10m e 5m antes deite as amêijoas e acaba de cozer.
Está pronto a comer, com todos os aromas.
Lou

Canja de Amêijoas

Surpreendermo-nos com as coisas mais simples, numa época em que se tem acesso a tudo de um modo rápido, não é fácil.
Amêijoas, coentros, alhos vendem-se todos os dias a toda a hora durante todo o ano nas grandes superfícies.
Então como é que um prato com elementos tão simples nos consegue SURPREENDER! Mesmo depois de irmos com a espectativa alta.
Foi este sol que hoje brilha que me fez recordar o Verão passado em Cabanas de Tavira, no Algarve e o jantar inesquecível na Noélia e Jerónimo levados por amigos, já clientes habitués.
As amêijoas tinham o sabor fresco do mar e os coentros o cheiro e o sabor do sol do Sul.
Foi este sabor que tentei recrear, com amêijoas e coentros do Mercado da Charneca da Caparica.

  • 1/2 Kg Amêijoas
  • Coentros
  • Alhos (4 dentes)
  • Azeite
  • Arroz (1 copo médio)

Num tacho coloque o azeite, os alhos e os coentros, primeiro pisados no almofariz para libertarem os aromas.
De seguida junte água (3 vezes o volume de arroz) e deixe ferver.
Deite o arroz a cozer 10m e 5m antes deite as amêijoas e acaba de cozer.
Está pronto a comer, com todos os aromas.
Lou.

SALADA FRIA


                                                                         Salada fria de tomate e batata
O calor continua e apetece comida fresca como esta salada com tomate e aproveitamento de batata cozida.
  • 2 batatas médias cozidas
  • 3 tomates maduros
  • azeite qb
  • vinagre qb
  • oregãos qb
  • sal qb
  • 1 dente de alho
Aproveitam-se 2 batatas que tenham sobrado e cortam-se em 4 e depois laminam-se muito finas.
Em seguida lamina-se o tomate maduro em meias-luas e pica-se o alho muito miudinho.Tempera-se com azeite ,vinagre , oregãos e sal a gosto.
Vai ao frigorifico a refrescar.
Lou

setembro 03, 2012

COR DE SALMONETE


Salmonetes na grelha 

 A primeira vez que comi salmonetes grelhados foi em Sesimbra, com amigos para comemorar um Bom resultado. O sabor fino da carne branca, que se lascava e desfazia na boca com sabor a maresia…com a pele ligeiramente tostada, nunca mais esqueci.
Tenho comido mais vezes, mas raras são as que igualam. Sempre que quero rever essa vez vou a Setúbal, ao mercado ou ao restaurante, ou então a Sesimbra.
Receita para 4 pessoas
  • 4 salmonetes
  • 2 dente de alho
  • 1 limão
  • 100 gr manteiga
  •  Salsa
  •  Sal
Amanham-se os salmonetes, abrem-se e retiram-se os fígados .
Barram-se com um fio de azeite e põem-se sal.
Levam-se a grelhar em lume de carvão, brando.
Entretanto faz-se o molho com os fígados que se esmagam com um garfo e vai ao lume com um pouco de água para desfazer melhor. Junta.se a manteiga , o alho esmagado e no fim a salsa picada.
Depois dos salmontes grelhados, coloca-se o molho por cima.
Devoram-se lentamente…acompanhados de uma boa salada e com batata cozida e de preferência ao ar livre.
 Lou