setembro 28, 2012

BRANCO E NEGRO




Quente e Frio
Quente e Frio ou Branco e Negro é uma sobremesa de Paixão a 2 cores como a que viveram rápidamente Coco Chanel & Igor Stravinsky. Sobremesa rápida que serve para receber os amigos que aparecem em cima da hora.
Conforme a estação acrescenta-se um toque de cor da época. No Outono um toque de romã sobre molho de chocolate quente.
  • 1 Gelado de Nata Carte D´Or
  • 1 tablete de chocolate Pantagruel
  • 6 colheres de sopa de leite
  • 6 bolachas Oreo
  • Bagas de Romã
Primeiro coloca-se o chocolate partido numa taça com o leite e vai uns segundos ao micro-ondas a derreter.Mexe-se bem até formar um molho liso e consistente.
A quantidade de leite depende do gosto pessoal, mais liquido ou mais espesso.
Coloca-se o gelado numa travessa e serve-se em cada prato com o molho, a bolacha e a fruta.
Rápido, Simples e Bom.
Lou

setembro 22, 2012

DEPOIS DO VERÃO

Outono
Outono é tempo de regressar a casa, de dias mais curtos e noites mais longas e frescas.Regresso ao conforto das comidas mais quentes, de forno, do tacho…
Lou

Outono

Outono é tempo de regressar a casa, de dias mais curtos e noites mais longas e frescas.Regresso ao conforto das comidas mais quentes, de forno, do tacho…
Lou

setembro 17, 2012

EX LIBRIS


Perdiz Frita

O meu tio era caçador e desde sempre a perdiz fazia parte da comida da época de caça que a minha mãe preparava no Alentejo. Durante muitos anos foi o fornecedor lá de casa.Quando deixou de caçar, eram e são os amigos caçadores cujas mulheres não gostavam de depenar as “ditas” que me enchem o frigorifico e a mesa com as mesmas. Esta receita da minha mãe tão simples quanto a cozinha Alentejana é dedicada à minha amiga J. que durante anos me abasteceu de perdizes e para  quem eu prometi cozinhá-las, mas que nunca as conseguiu comer porque desapareciam antes do tempo.
  • 1 Perdiz do Campo
  • 1 cabeça de alhos
  • 2 colheres sopa de azeite
  • 1 folha de louro
  • Sal
Depena-se a perdiz e corta-se  em pequenos bocados que se temperam com uma pasta de alho (4 dentes) e sal moída no almofariz, ficando a repousar cerca de uma hora.
Numa frigideira alta coloca-se o azeite, o resto dos alhos inteiros e descacados e a folha de louro.
Aquece um pouco e deita-se os bocadinhos de perdiz que se vão voltando e fritando até ficarem tostados e louros .
Gosto de servir este prato com migas de espargos verdes silvestres, como de costume.
Lou

setembro 16, 2012

NA BARRICA




Enguias de Barrica

Compradas na Feira de S. Mateus as Enguias da Murtosa, comem-se simplesmente acompanhadas com batata cozida com pele e uma salada.


Um pouco da sua História...

Decorria o ano 1942, quando se fundou esta empresa de conservas com a designação de "Fábrica de conservas da Murtosa, Lda".
Esta empresa familiar surge através de um contacto entre uma sociedade de Estarreja e um agente comercial de Lisboa, que tinha como objectivo exportar barricas de enguias com molho de escabeche para Itália, que nessa altura estava em guerra, nas famosas barricas de madeira artesanalmente fabricadas. 
A sociedade estarrejense contou com a ajuda de duas fritadeiras da Murtosa (mulheres que vendiam enguias em molho de escabeche nas feiras e festas),e conseguiram produzir 2500 barris de enguias. 
O produto teve de tal forma sucesso no estrangeiro que surgiu o desejo de dar continuidade ao projecto, assim a 7 de Novembro de 1942 surge a Comur, que inicia a sua actividade em edificio próprio em 1943, apresentando-se no mercado com as apreciadas barricas de enguias em molho de escabeche.
Ainda hoje, as barricas de enguias tem no interior do país uma grande expressão e são muito apreciadas, existindo mesmo uma rua na Feira de São Mateus em Viseu, baptizada com o nome de "Rua das enguias".

Lou

setembro 15, 2012

setembro 12, 2012

QUANDO FUI REALMENTE FELIZ

Hemingway



Quando fui realmente Feliz?

 ”Quando era muito pobre e vivia em Paris a cheirar as sandes dos amigos”

                                                                                              Hemingway

 Lou

setembro 08, 2012

APIMENTAR A VIDA




Piri Piri

De vez em quando há que Apimentar a Vida…
Adoro picante!

Começámos por fazer em casa, depois sempre que descobria um Africano, como o da Ana do refeitório, delicioso que ela cozinhava e vendia por encomenda, eu comprava.
Depois, chegou a fase da encomenda a amigos da TAP, que compravam a cozinheiros dos hóteis em Luanda ou Maputo.
E por último no Verão passado, em Cabanas de Tavira amigos ensinaram-me a
             Comer o picante da maneira mais natural simples e fresca
Compra-se ou oferecem-nos um vaso com piri-piri (como o da foto que veio do Algarve ) e quanto mais pequenos melhor.
Na altura de acompanhar a carne ou outro prato, corta-se do vaso, lava-se e vai-se cortando lentamente e envolvendo nele a comida.
          Simplesmente…
        PICANTE!
PS-A paixão por picante do Z. e da P. é tanta que ofereceram à Noélia do Nóelia e Jerónimo um vaso para quando lá vão o piri-piri estar sempre fresco.
Lou

setembro 07, 2012

DIZ-ME O QUE COMES

                                                                                                                                                              Lou

setembro 05, 2012

CANJA DE AMÊIJOAS

Canja de Ameijoas
Surpreendermo-nos com as coisas mais simples, numa época em que se tem acesso a tudo de um modo rápido, não é fácil.
Amêijoas, coentros, alhos vendem-se todos os dias a toda a hora durante todo o ano nas grandes superfícies.
Então como é que um prato com elementos tão simples nos consegue SURPREENDER! Mesmo depois de irmos com a espectativa alta.
Foi este sol que continua a brilhar que me fez recordar o Verão passado em Cabanas de Tavira, no Algarve e o jantar inesquecível na Noélia e Jerónimo levados por amigos, já clientes habitués.
As amêijoas tinham o sabor fresco do mar e os coentros o cheiro e o sabor do sol do Sul.
Foi este sabor que tentei recrear, com amêijoas e coentros do Mercado da Charneca da Caparica.
1/2 Kg Amêijoas
Coentros
Alhos (4 dentes)
Azeite
Arroz (1 copo médio)
Num tacho coloque o azeite, os alhos e os coentros, primeiro pisados no almofariz para libertarem os aromas.
De seguida junte água (3 vezes o volume de arroz) e deixe ferver.
Deite o arroz a cozer 10m e 5m antes deite as amêijoas e acaba de cozer.
Está pronto a comer, com todos os aromas.
Lou

Canja de Amêijoas

Surpreendermo-nos com as coisas mais simples, numa época em que se tem acesso a tudo de um modo rápido, não é fácil.
Amêijoas, coentros, alhos vendem-se todos os dias a toda a hora durante todo o ano nas grandes superfícies.
Então como é que um prato com elementos tão simples nos consegue SURPREENDER! Mesmo depois de irmos com a espectativa alta.
Foi este sol que hoje brilha que me fez recordar o Verão passado em Cabanas de Tavira, no Algarve e o jantar inesquecível na Noélia e Jerónimo levados por amigos, já clientes habitués.
As amêijoas tinham o sabor fresco do mar e os coentros o cheiro e o sabor do sol do Sul.
Foi este sabor que tentei recrear, com amêijoas e coentros do Mercado da Charneca da Caparica.

  • 1/2 Kg Amêijoas
  • Coentros
  • Alhos (4 dentes)
  • Azeite
  • Arroz (1 copo médio)

Num tacho coloque o azeite, os alhos e os coentros, primeiro pisados no almofariz para libertarem os aromas.
De seguida junte água (3 vezes o volume de arroz) e deixe ferver.
Deite o arroz a cozer 10m e 5m antes deite as amêijoas e acaba de cozer.
Está pronto a comer, com todos os aromas.
Lou.

SALADA FRIA


                                                                         Salada fria de tomate e batata
O calor continua e apetece comida fresca como esta salada com tomate e aproveitamento de batata cozida.
  • 2 batatas médias cozidas
  • 3 tomates maduros
  • azeite qb
  • vinagre qb
  • oregãos qb
  • sal qb
  • 1 dente de alho
Aproveitam-se 2 batatas que tenham sobrado e cortam-se em 4 e depois laminam-se muito finas.
Em seguida lamina-se o tomate maduro em meias-luas e pica-se o alho muito miudinho.Tempera-se com azeite ,vinagre , oregãos e sal a gosto.
Vai ao frigorifico a refrescar.
Lou

setembro 03, 2012

COR DE SALMONETE


Salmonetes na grelha 

 A primeira vez que comi salmonetes grelhados foi em Sesimbra, com amigos para comemorar um Bom resultado. O sabor fino da carne branca, que se lascava e desfazia na boca com sabor a maresia…com a pele ligeiramente tostada, nunca mais esqueci.
Tenho comido mais vezes, mas raras são as que igualam. Sempre que quero rever essa vez vou a Setúbal, ao mercado ou ao restaurante, ou então a Sesimbra.
Receita para 4 pessoas
  • 4 salmonetes
  • 2 dente de alho
  • 1 limão
  • 100 gr manteiga
  •  Salsa
  •  Sal
Amanham-se os salmonetes, abrem-se e retiram-se os fígados .
Barram-se com um fio de azeite e põem-se sal.
Levam-se a grelhar em lume de carvão, brando.
Entretanto faz-se o molho com os fígados que se esmagam com um garfo e vai ao lume com um pouco de água para desfazer melhor. Junta.se a manteiga , o alho esmagado e no fim a salsa picada.
Depois dos salmontes grelhados, coloca-se o molho por cima.
Devoram-se lentamente…acompanhados de uma boa salada e com batata cozida e de preferência ao ar livre.
 Lou

agosto 30, 2012

FOOD SKETCHERS


Diários Gráficos de Comida

Há Urban Sketchers
            Que se passeiam pelas cidades a desenhar os seus cantos e lugares
            e
Há Food Skechers
            Que se passeiam pela comida a desenhar as suas cores e aromas
                                                                                              margarida reis silva
Lou

agosto 25, 2012

SOUFFLE OR PUDDING?

image

 Soufflé de abóbora-manteiga assada

Sempre gostei de souflés. O único e sobejamente conhecido problema é o de ter de servir de imediato porque, em caso contrário, acabamos por ter um pudim achatado e pouco souflé ou, como quem diz, pouco assoprado, sem ar.
Um soufflé é, por definição, um bolo muito leve que leva gemas e claras em castelo. Daí o soufflé. Recentemente descobri que se podem fazer soufflés, congelar, e servir quando se quiser. Nunca imaginei. Com uma técnica um pouco diferente, servi ontem uns pudins-soufflés óptimos e que nao baixaram. Vários cozinheiros falam desta técnica, mas eu segui a do In Praise of Sardines
Ingredientes para 6 petit-soufflés
  • Manteiga e pão ralado ou parmesão ralado para barrar os ramekins
  • Béchamel grosso: 3 c sopa manteiga sem sal, 3 c sopa farinha com fermento, 1 ¼ chávena de leite, ½ c chá sal, umas folhinhas de tomilho, pimenta e noz moscada.
  • 1 chávena de abóbora-manteiga assada no forno com sal e uns ramos de alecrim e desfeita com um garfo
  • 3 ovos
  • ½ chávena de gruyère ralado
  • pão ralado ou parmesão para polvilhar.
Ligar o forno a 200º.
Barrar os ramekins (8 cm de diâmetro) com a manteiga e polvilhar com o queijo ou o pão ralados e reservar.
Fazer um béchamel grosso com os ingredientes acima descritos. Deixar derreter a manteiga com cuidado para não queimar, deitar a farinha e mexer com umas varas e deixar cozer um pouco, uns 2 min. Acrescentar o leite em duas vezes e ir mexendo sempre até engrossar. Fora do lume, temperar com o sal, o tomilho, a pimenta e a noz moscada.
Juntar o queijo e mexer bem até este se dissolver na massa.
Mudar  a massa para uma taça e juntar o puré de abóbora e as 3 gemas ligeiramente batidas.
Ter um tabuleiro com 23*30*5 cm ao lado e uma cafeteira com água a ferver.
Agora o processo tem que ser mais rápido.
Bater as 3 claras em castelo em soft picks, ou seja, não muito duras mas em que se vejam os picos, e envolver com cuidado na massa, em duas vezes.
Encher os ramekins até cima e polvilhar com o pão ou o parmesão ralados.
Colocar os ramekins no tabuleiro e enchê-lo com a água fervente até metade.
Vão neste banho-maria ao forno a 200º durante 25 minutos.
Retiram-se do forno, ficando a descansar no banho-maria durante 15 min.
Agora, com o auxílio do bico de uma faca, descolam-se do ramekin (saíram logo) e colocam-se sobre o tabuleiro do forno com um papel anti-aderente por cima, se forem servir nesse dia, durante 8 min. a 204º.
Ou, então, congelam-se. Depois, é só voltar a pôr no forno durante 8 min. a 204º.
Como tinha já um resto de abóbora assada, a tarefa foi simplificada. Pode fazer-se esta receita também com cenoura, por exemplo.
Esta receita é das que sai bem à primeira. Acompanhei com uma salada de tomate bem fresquinha.
Ana

agosto 24, 2012

CAFÉ DA MANHÃ


Iogurte em casa

Com o calor é bom comer grandes taças de iogurte com fruta da época acompanhada de flocos, pela manhã.
E fazer iogurte em casa é tão simples. No tempo em que ainda não havia iogurteiras, em casa fazia-se na panela de pressão com um pouco de água quente, colocava-se a taça grande com a base do iogurte, fechava-se a panela e em seguida embrulhava-se num cobertor e no outro dia abria-se e ele lá estava rijinho e pronto para ir para o frigorifico.
Hoje com as iogurteiras, prefiro sempre fazer o iogurte em taça grande de vidro com tampa.
  • 1L de leite gordo ou meio-gordo Vigor
  • 2 c. sopa leite em pó
  • 1 iogurte grego ou o resto do nosso último iogurte
Mexe-se tudo e coloca-se na taça dentro da iogurteira durante 10 h.
Em seguida leva-se ao frigorifico.
Lou

APETECE PEIXE GRELHADO


                                                                                        Peixe em Lisboa
Com os primeiros dias de calor apetece comer ao livre , nos jardins , em esplanadas, na rua..
É ao passar no Cais do Sodré  todos os dias à hora do almoço que um aroma a peixe grelhado se solta na rua e me abre o apetite.
Sábados é dia de peixe grelhado no carvão com salada e batata cozida quer faça chuva quer faça sol.
E as postas de Cherne compradas no Mercado de Setúbal foram a escolha do dia.
Esta semana Peixe é em Lisboa
Lou

agosto 20, 2012

BERINGELA ENVOLTA

BERINGELA EM POLME
Gosto dos legumes em polme , como se fosse Tempura…macios por dentro e camada crocante por fora. Rápido e sem carne ou peixe ou a acompanhá-los.
Era assim que se comiam na Tunisia , beringelas e courgetes.
Beringelas
Farinha
Água Gelada
1 ovo
Sal e Pimenta
Noz moscada
Óleo para fritar
Lavam-se as Beringelas e fatiam-se .Coloca-se um pouco de sal para escorrer a água do seu interior.
Limpam-se com um pano, passam-se por farinha e em seguida pelo polme.
Fritam-se em óleo bem quente.
Polme
Tempera-se a farinha com a pimenta e a noz moscada. Junta-se o ovo batido e a água gelada, misturando sem dissolver completamente a farinha de maneira a ficar com grumos.
É o choque térmico que lhe vai dar o crocante e estaladiço.
Lou

Beringela em Polme

Gosto dos legumes em polme , como se fosse Tempura…macios por dentro e camada crocante por fora. 
Rápido e sem carne ou peixe ou a acompanhá-los.
Era assim que se comiam na Tunisia , beringelas e courgetes.

  • Beringelas
  • Farinha
  • Água Gelada
  • 1 ovo
  • Sal e Pimenta
  • Noz moscada
  • Óleo para fritar

Lavam-se as Beringelas e fatiam-se .Coloca-se um pouco de sal para escorrer a água do seu interior.
Limpam-se com um pano, passam-se por farinha e em seguida pelo polme.
Fritam-se em óleo bem quente.
Polme
Tempera-se a farinha com a pimenta e a noz moscada. Junta-se o ovo batido e a água gelada, misturando sem dissolver completamente a farinha de maneira a ficar com grumos.
É o choque térmico que lhe vai dar o crocante e estaladiço.
Lou.

agosto 16, 2012

JULIE & JULIA



Como a blogger de cozinha Julie Powel, reinventa a sua vida através das receitas da conceituada Chef Americana Julia Child em 365 dias com 365 receitas.
.

Director:

 

Writers:

  (screenplay),  (book), 2 more credits »

Lou

PRAZER


                           ” O maior prazer que alguém pode sentir é o de causar prazer aos seus amigos “
                                                                                                                                                                Voltaire
Salmão e Beringela
E a comida é sem sombra de dúvida um dos nossos grandes prazeres, talvez por isso a casa e a mesa estejam sempre disponíveis para quem chega sem avisar.
Improviso e o que há à mão! Regra de ouro.
Desta vez o salmão e a beringela serviram para uma entrada simples acompanhada de uma tostas.
Salmão
Corta-se um filete de salmão sem espinhas em troços pequenos , tempera-se com limão,flor de sal, pimenta preta moída e reserva-se no frigorifico.
Beringela
Lamina-se uma beringela e numa frigideira anti-aderente, onde se colocou um pouco de azeite, grelham-se as fatias até estarem douradas, colocando no final um pouco de flor de sal.
Monta-se tudo, no final, num prato a gosto e acompanha com tostas e umas folhas de mangericão.
Lou.